O design da interação gestual

O reconhecimento de gestos é um tópico específico da Ciência da Computação e da Tecnologia da Linguagem e objetiva interpretar a comunicação corporal humana a partir de algoritmos matemáticos.

Muito trabalho tem sido investido no desenvolvimento e na investigação de interfaces “naturais” de interação, que também têm despertado grande interesse para o cinema de ficção científica, a exemplo dos filmes Johnny Mnemonic (1995, com Keanu Reeves, na cena acima), Final Fantasy (2001), Minority Report (2002) e Avengers (2012). Acima, uma cena de Johnny Mnemonic, que antecipou o paradigma da interação gestual.

Além da ficção, as interfaces gestuais têm sido um constante tema de pesquisas sobre acessibilidade para pessoas com tipos diversos de deficiências, já que se constituem em alternativa para as técnicas de interação baseadas no paradigma do desktop.

O pesquisador Michael Nielsen propôs uma taxonomia dos gestos: a gama de gestos disponíveis para a interação em uma interface é chamada de “vocabulário gestual”. Existem duas formas de classificação de gestos: do ponto de vista descritivo e do ponto de vista semântico. O primeiro diz respeito apenas à descrição dos movimentos; o segundo se refere ao que comunicam e aos seus objetivos.

A dimensão descritiva vai classificar gestos estáticos e gestos dinâmicos. Os gestos estáticos se referem a posturas, posições relativas das mãos e dedos, sem considerar os seus movimentos. Os gestos dinâmicos são movimentos, ou seja, a alteração da trajetória da mão ou da postura durante um intervalo de tempo.

A dimensão semântica, de acordo com Justine Cassell, pode ser de natureza consciente ou espontânea, interacional ou propositiva. Gestos conscientes possuem significados sem discurso, enquanto gestos espontâneos só têm significado no contexto de uma fala do interlocutor.

Abaixo, apresentação de aula realizada na PUC-Rio, em disciplina sobre Design de Interação na pós em Ergodesign de Interfaces, Usabilidade e Arquitetura de Informação.

Dicas de apresentação de uma fera da usabilidade

A Dra. Susan Weinschenk, já citada anteriormente neste blog, agora traz dicas em vídeo para elaborar uma boa apresentação em público.
A Dra. Weinschenk expõe como as pessoas pensam, aprendem e reagem às informações que estão recebendo no momento de uma apresentação. Ela resume tudo em 5 dicas, que vão sendo desenhadas à medida que vão sendo comentadas.

Vale a pena também ver um outro vídeo dela, que mostra 7 dicas para tornar seu site mais atraente.

[Patricia Tavares]

Praticando testes de usabilidade em sala de aula

Alunos da Pós da PUC-Rio 2011.

Alunos da pós em Ergodesign de Interfaces e Arquitetura de Informação da PUC-Rio, em pleno trabalho com usuários durantes as atividades de pesquisa na disciplina de Testes Formais de Usabilidade. Abaixo, uma amostra de apresentações de mini-seminários, com base no livro de J. Rubin (“Handbook of Usability Testing“). Cada grupo ficou responsável por um capítulo e tenho que reconhecer que a turma trabalhou à beça…

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Aulas sobre comunicação e marketing digital na FACHA

Aqui, as apresentações de minha disciplina na Escola de Publicidade e Propaganda da FACHA (Faculdades Hélio Alonso), abordando a mídia e o marketing digital… Segue logo abaixo. Faça bom uso! 😉

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F5 atualizando…

IV Jornada de Atualização em Informática

Registro na saída do auditório da universidade estadual UniCentro, em Guarapuava (PR), durante a IV Jornada de Atualização em Informática (JAI). Da esquerda para a direita: prof. Elton Minetto (SC), prof. Angelia de Ré (UniCentro), prof. Clodis Boscarioli (UniOeste), eu e prof. Silvia A. Bin (UniCentro). O tema da minha palestra foi “Arquitetura de informação: uma abordagem interdisciplinar do design de interfaces humano-computador”.

Palestra: design da informação geográfica e estatística

Palestra: design da informação geográfica e estatística

Nesta terça, amanhã, Licia Rubinstein, Marcos Balster e Patricia Tavares e eu estaremos apresentando nossas pesquisas sobre as possibilidades do design da informação geográfica e estatística, no Teatro da Lagoa, na UniverCidade de Ipanema. Se puder, apareça: a entrada é franca.

Veja aqui o link para o programa completo da Semana de Design da UniverCidade.

E veja aqui o logotipo do nosso grupo de pesquisa sobre o design da informação geográfica e estatística:
logotipo do nosso grupo de pesquisa sobre o design da informação geográfica e estatística.

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Monitoramento remoto de interfaces

Neste artigo, o prof. Walter Cybis, da École Polytechnique de Montreal, apresenta variadas técnicas hoje existentes para monitoramento remoto de usabilidade de interfaces. Segundo ele, os principais tipos de técnicas são os testes de usabilidade à distância, os diários e os painéis, as pesquisas de satisfação e a web analítica.

Um teste de usabilidade à distância, por exemplo, nada mais é do que uma observação crítica do uso de um sistema que é apoiada por recursos de comunicação e de captura remota de dados. Os resultados se referem ao desempenho e à satisfação dos usuários.

Ele observa que, em um contexto de monitoramento, eles têm de ser mais objetivos e mais representativos. Eles não precisam ser tão detalhados, uma vez que a interface está “pronta”, ela está sendo apenas monitorada. Mas, para produzir resultados representativos, eles têm de envolver um número maior de usuários, operando os sistemas em seus ambientes naturais.

http://imasters.com.br/artigo/20288/usabilidade/solucoes-para-o-monitoramento-de-interfaces

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A Tabela Periódica das Fontes Tipográficas

Tabela Periódica das Fontes Tipográficas

A bem-humorada Tabela Periódica de Fontes Tipográficas parodia o estilo da Tabela Periódica dos Elementos pendurada nas escolas de todo o mundo. Este quadro lista 100 dos tipos mais populares, influentes e notórios.

Como a tradicional tabela periódica, apresenta o tema agrupado em categorias, que são os grupos de famílias e classes de fontes: sans-serif, serif, script, blackletter, glyphic, exibir, grotesco, realista, didone, garalde, geométricas, humanista, serif-laje e mistas.

Taí uma maneira divertida, clara e simples de se aprender um pouco sobre as diversas famílias de fontes, um assunto que para muitos (inclusive eu) pode parecer confuso e exigir grande dose de memorização.

Quem quiser pode encomendar o criativo poster neste site. Ou baixar em forma de papel de parede aqui.

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Usabilidade dá retorno ao seu investimento



A autora deste vídeo, a Dra. Susan Weinschenk, tem mais de 30 anos de experiência como consultora internacional e é chefe de Estratégia UX para as Américas da Human Factors Internacional. Suas áreas de especialização incluem design de interface persuasivo, neuropsicologia, design centrado no usuário e diferenças geracionais.

Um interessante artigo dela também pode ser baixado por aqui. Este mostra como identificar o que ela chama de Executive Usability Champion na sua organização.

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