Arquitetura de informação e governo eletrônico [tese]: baixe na íntegra

Ufa! Finalmente, estou disponibilizando no blog os arquivos certificados de cada capítulo da minha tese da PUC-Rio. Aqui vão os objetivos de cada e seu link para download. [Por favor, se você for usar, referencie corretamente o trabalho segundo os dados de catalogação bibliográfica a seguir].

Agner, Luiz – Arquitetura de informação e governo eletrônico: diálogo cidadãos-Estado na World Wide Web – estudo de caso e avaliação ergonômica de usabilidade de interfaces humano-computador / Luiz Carlos Agner Caldas ; orientador: Anamaria de Moraes. – 2007
354 f. : il. ; 30 cm

Tese (Doutorado em Design)–Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2007.
Inclui bibliografia

1. Artes – Teses. 2. Design. 3. Ergonomia. 4. Interação humano-computador. 5. Usabilidade. 6. Governo eletrônico. 7. Arquitetura de informação. 8. Interface. 9. World Wide Web. I. Moraes, Anamaria. II. Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Departamento de Artes. III. Título.

Aqui vão os arquivos:

Elementos pré-textuais (folha de rosto, agradecimentos, dedicatória, etc.)

Introdução – Clique aqui para um resumo geral da tese e dos conceitos de cada capítulo a seguir.

Capítulo 1Por uma visão crítica das organizações – Apresenta uma visão crítica dos fundamentos que legitimaram a Administração Tradicional e o surgimento das organizações burocráticas.

Capítulo 2Governo eletrônico e reinvenção do Estado – Apresenta definições e justificativas para o projeto de implantação do e-Gov. Apresenta diretrizes nacionais e internacionais para os portais de governo na Internet.

Capítulo 3Arquitetura de Informação: campo interdisciplinar – Apresenta aspectos teóricos e práticos da nova profissão ligada ao Design de sistemas informacionais – a Arquitetura de Informação – e suas relações interdisciplinares.

Capítulo 4Método e técnicas de pesquisa – Explicita detalhadamente o método e as técnicas desta pesquisa, assim como define o seu tema, objeto, problema, hipótese, objetivos, roteiros e técnicas.

Capítulo 5Resultados da técnica de história oral – Revela aspectos da dimensão institucional na utilização de ferramentas digitais no IBGE; apresenta o modo de apropriação das tecnologias de informação na história recente da Instituição, segundo o relato de seus protagonistas; descreve os conteúdos, objetivos e públicos-alvo do portal e seus subsites.

Capítulo 6Resultados dos testes de usabilidade – Sintetiza e apresenta dados empíricos de utilização obtidos com a técnica de testes de campo realizados com a participação de usuários acadêmicos em busca de dados estatísticos específicos.

Capítulo 7Análise dos dados, check list e heurísticas – Organiza e interpreta o conjunto de registros e de observações originadas dos testes de usabilidade no campo.

Capítulo 8Conclusões – Confronta os resultados obtidos com a literatura pesquisada. Formula recomendações específicas para a Arquitetura de Informação e usabilidade de interfaces, com base nos dados de utilização. Relaciona as conclusões com as recomendações gerais para portais de governo eletrônico (e-Gov). Apresenta possibilidades de desdobramentos futuros desta pesquisa.

Elementos pós-textuais (bibliografia e anexos)

Card sorting na prática

Card sorting - exercício de alunos

Card sorting - exercício de alunos

Conforme disse a arquiteta de informação e autora Christina Wodtke, se você quer que as pessoas encontrem as coisas que procuram, você deve organizar os conteúdos com base no que as pessoas conhecem sobre esses conteúdos.

A organização de uma loja de roupas, por exemplo, deve refletir o modo como as pessoas acham que as roupas são organizadas. As palavras usadas devem refletir as palavras que as pessoas utilizam e o layout do site deve refletir a tarefa de as pessoas comprarem.

Você – como designer – pode ignorar isso e impor um esquema próprio, ou pode aprender sobre como as pessoas percebem o âmago do seu conteúdo e usar isso para ser mais eficaz.

Card sorting é uma técnica para obter dados sobre o modelo mental dos usuários no que diz respeito ao espaço de informação. Faz parte da abordagem centrada no usuário, onde o objetivo é aumentar a probabilidade do usuário encontrar um nó de informação, quando estiver navegando. É uma técnica que pode ser usada no projeto de um site, na criação de uma nova área de um site ou no seu redesign.

Nas fotos, alguns registros do exercício de card sorting realizado pelos meus alunos de usabilidade e arquitetura de informação, na pós em webdesign da UniverCidade, no último sábado.