Nous sommes tous Charlie

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Realmente, muito triste e preocupante. Tendo participado do Pasquim, tendo começado minha vida profissional militando na imprensa nanica carioca armado com lápis, pena e nanquim (antes de me formar em Design e de ter abraçado de vez o computador), tendo colaborado durante vários anos diariamente com comentários visuais sarcásticos e irônicos no Jornal dos Sports e Jornal do Brasil, venho aqui deixar registrada a minha total solidariedade e minha homenagem aos mártires do humor e da liberdade de expressāo franceses: Wolinski, Charb, Cabu, Philipe Honoré e Tignous, e aos demais jornalistas e funcionários vítimas da covarde chacina. Que 7 de janeiro seja lembrado como o Dia Mundial pela Liberdade de Expressāo. #jesuischarlie

Usabilidade dá retorno ao seu investimento



A autora deste vídeo, a Dra. Susan Weinschenk, tem mais de 30 anos de experiência como consultora internacional e é chefe de Estratégia UX para as Américas da Human Factors Internacional. Suas áreas de especialização incluem design de interface persuasivo, neuropsicologia, design centrado no usuário e diferenças geracionais.

Um interessante artigo dela também pode ser baixado por aqui. Este mostra como identificar o que ela chama de Executive Usability Champion na sua organização.

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O Iphone e a sua antítese

Cartum sobre o Iphone e Android

Cartum sobre o Iphone e Android

Esses cartuns supercults da Smashing Magazine e o fato de estar brincando com um Iphone 4, ultimamente, me fizeram ficar interessado na história dos smartphones e nas peculiaridades de seus sistemas operacionais e modelos de negócios. Aí eu descobri este site bastante informativo e o livro de Carlos Morimoto: Smartphones – Guia Prático.

Segundo o autor, o Android é, sob diversos ângulos, uma antítese do iPhone. Enquanto a Apple optou por manter um controle estrito sob sua plataforma, impondo restrições aos desenvolvedores e controlando a distribuição dos aplicativos, o Google optou por seguir o caminho oposto, criando um sistema aberto e incentivando a criação de aplicativos para a plataforma. Enquanto a Apple tenta restringir os desenvolvedores, com medo de que aplicativos ruins possam prejudicar a imagem da plataforma, o Google adotou uma atitude liberal, disponibilizando as ferramentas e deixando que a coisa flua naturalmente.

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