Handbook de testes de usabilidade: mastigado e deglutido

Para degustação, estas apresentações produzidas pelos alunos da disciplina de Teste Formal de Usabilidade da pós da PUC. Baseiam-se no Handbook of Usability Testing, de Rubin e Chisnell, e em outros textos escolhidos. Divirtam-se…

Vídeos do Seminário de IHC, Stanford 2010.

Stanford Logo

Neste link, uma série de vídeos do Seminário de Interação Humano-Computador 2010 da Universidade de Stanford:
http://www.experientia.com/blog/videos-of-stanfords-hci-seminar/

Aliás, esta revista/blog Putting People First, da Experientia, tem mais um monte de dicas e artigos interessantíssimos, abordando design, medias, métodos, cultura, inovação e negócios, sempre no âmbito do design de experiência e centrado no usuário.

Entrevista: A.I. e projetos de software

A Revista Mais TI, da LG Sistemas, publicou uma entrevista realizada comigo sobre a aplicação da Arquitetura de Informação aos projetos de software. Reproduzo um trechinho dela aqui.

LG: O que é Arquitetura da Informação (AI) e como surgiu?

Luiz Agner: Podemos definir Arquitetura de Informação como o design estrutural de grupos de informações relacionadas ou a arte e ciência de organizar e rotular sites, intranets, comunidades online e software para dar suporte, usabilidade e facilidade de obtenção de informações.

A expressão “Arquitetura de Informação” foi originalmente cunhada por Richard Saul Wurman para definir uma nova disciplina que tinha por objetivo tornar claro o que é complexo. O termo foi adaptado posteriormente por Louis Rosenfeld e Peter Morville, para definir uma estrutura de informação projetada com foco nas características e necessidades dos seus usuários.

AI refere-se à estrutura de organização de um site, especialmente como as suas diferentes páginas se relacionam entre si. É um novo campo do webdesign que difere do design ou programação visual pelo fato de focar na estrutura de informação e não na sua funcionalidade ou aspecto. Tem como objetivo a construção de sites e aplicações web fáceis de usar, que preencham as necessidades dos clientes e os objetivos dos usuários.

Para a leitura da entrevista completa, vá por aqui.