Novos desafios conceituais para a Arquitetura de Informação

 

Minha apresentação no meetup “Arquitetura de Informação em Tempos de UX”
em comemoração ao WIAD – World Information Architecture Day 2019.
Esta foi minha palestra no auditório do Departamento de Artes e Design, promovida pelo LEUI (Laboratório de Ergonomia e Usabilidade) na PUC-Rio. Participaram ainda do evento a professora Manuela Quaresma, Cláudia MontÁlvão, e as profissionais de UX Katja Aquino, Cinthia Ruiz e Alice Saraiva, entre outros.

LuizAgner_WIAD2019

Resumo: A arquitetura de informação pervasiva tem emergido como um tema pós-moderno.  Delineia-se um enorme desafio que coloca os arquitetos de informação e os profissionais de UX diante da tarefa de repensar seus processos, de modo a que todo artefato, produto ou serviço trabalhe em interações de fluxo contínuo, dentro de um sistema emergente onde velhas e novas mídias colidem, o físico e o digital, agora convergentes, sejam projetados, entregues e experienciados como um todo integrado.

 

Gratidão, Fred!

Fred Amstel, professor de UX design da UFTPR, escreveu o prefácio da quarta edição do “Ergodesign e Arquitetura de Informação – Trabalhando com o Usuário“. Com um time de prefaceadores assim, o que este livro precisa mais para ser um sucesso?  :))

Fred Amstel comenta sobre o livro "Ergodesign" no Linkedin

Fred Amstel comenta sobre o livro “Ergodesign” no seu Linkedin

UX Writing na M4U – Product Arena

  • Neste fim de semana, fiz um curso fantástico de Microcopy para UX, com o Bruno Rodrigues, maior autoridade no assunto, no evento Product Arena, promovido pelo amigo Horácio Soares. Com direito a sorteio e autógrafos do livro Ergodesign e Arquitetura de Informação – Trabalhando com o Usuário. Inesquecível!

M4U Product Arena Agner

 

Lançamento na UFRJ

Convite para lançamento do livro Ergodesign e Arquitetura de Informação - Ed. Senac, 2018. Luiz Agner

 

Aeeee, galera! Convite para o lançamento do livro “Ergodesign e Arquitetura de Informação”, quarta edição revisada e ampliada – Ed. Senac, no dia 28 de novembro na UFRJ, na Cidade Universitária.

Nova edição já no prelo

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Pessoal, é com muito orgulho e alegria que comunico a vocês que está no “prelo” a quarta edição do livro “Ergodesign e Arquitetura de Informação – Trabalhando com o Usuário“, publicado desta vez pela Editora Senac. Este é o texto que vai constar da quarta capa, apresentando a obra, agora revista e aumentada:

“Talvez você nunca tenha ouvido falar em ergodesign, mas pode ter certa familiaridade com os termos “usabilidade”, “design centrado no usuário”, “experiência do usuário”, “design emocional”. E é esse conceito (e outros relacionados) que Luiz Agner explica em seu livro Ergodesign e Arquitetura de Informação”.

A experiência do usuário (em inglês, User eXperience – UX) busca algo que faça diferença na vida das pessoas, busca fazer com que elas se engajem na interação. E Agner mostra como a UX se encontra no cruzamento da arte com a ciência, demanda raciocínio analítico, assim como muita criatividade. Como ele mesmo alerta, “coloca os pingos nos ‘is’”.

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Bancas de pós-graduação na PUC-Rio

Banca de tese de doutorado de Marcos Balster, na PUC-Rio.

Eliana Formiga, Claudia Mont’alvão, Jaqueline Farbiarz, Marcos Balster, Aldo Victorio, Gamba Junior, e Luiz Agner.

Banca de dissertação de mestrado de Juliana Nunes, na PUC-Rio.

Cláudia Mont’alvão, Manuela Quaresma, Juliana Nunes e Luiz Agner.

Aqui um simples registro da participação em bancas de pós na PUC-Rio. Juliana Nunes Barbosa apresentou a superinteressante dissertação sobre a interação usuário-notícia na era do jornalismo digital. Também participei como membro da banca de doutorado em design do Marcos Balster Fiore, que pesquisou o design de narrativas destinadas à apresentação gráfica de estatísticas. Uma grande honra para mim ter sido convidado a participar das duas bancas pela professora Manuela Quaresma e pelo professor Gamba.

A tese do Marcos Balster investiga como o saber narrativo tem sido e como pode vir a ser aplicado no design de apresentações gráfico-visuais de estatísticas. Segundo o seu Abstract, “fatores histórico-culturais são discutidos criticamente com o intuito de identificar os motivos pelos quais a narrativa veio a ser indicada, por publicações sobre disseminação de estatísticas e design da informação, como uma solução para problemas de compartilhamento de informações. A tese demonstra como problemas de representação influem no trabalho de retratar um coletivo social por meio de estatísticas e oferece apontamentos para equacionar questões de design e narrativa.”

A dissertação da Juliana Nunes mostrou que “é premente que se pesquise a Interação Humano-Computador com usuários de notícias considerando a mudança na relação entre as mídias veiculadoras de notícias e seus usuários. Notam-se sólidas empresas jornalísticas sendo obrigadas a reestruturar seus modelos de negócios e seus relacionamentos com os usuários a fim de se adequarem a esta nova realidade de consumo de notícias. Porém, essa comunicação entre as partes vem demonstrando alguns ruídos. Os meios de comunicação ainda estão adaptando seus formatos de transmissão de notícias, assim como os usuários estão experimentando a melhor maneira de consumir notícias. Estes novos comportamentos dos usuários de notícias imbricam em novos perfis de usuários de notícias. Mapear e compreender estes usuários, suas preferências e hábitos são o primeiro passo para que as empresas possam oferecer produtos e serviços mais condizentes com o seu público-alvo”.

Vale a pena uma lida, quando os dois trabalhos estiverem disponíveis para download!