Trabalho aprovado no HCI 2011 International, Orlando USA

HCI 2011 International, Orlando USA

Este nosso paper foi aprovado para publicação nos anais do Congresso Internacional de Interação Humano-Computador que acontecerá agora na Flórida, USA. Segue aqui em primeira mão o abstract e a cópia dos autores. Link nos Anais no Google Books.

Abstract. This article aims to present the method of usability evaluation called Scenario and Task Based Interviews (STBI). The method was proposed to add flexibility to field usability testing, so that they could be applied to the context of The Brazilian Institute of Geography and Statistics (IBGE). IBGE is the institute of Brazilian central Administration that performs the Census and other important official demographic and economic data collection. This evaluation technique was specifically designed to be implemented with the participation of interviewers who use PDA (personal digital assistants) to perform data collection for statistical research in Brazil. The authors analyzed the usability of the application developed for PDA to support the Continuous National Household Sample Survey (Continuous PNAD). The method proposed in this paper represented a mix of four approaches to usability evaluation.

Keywords: usability, PDA, method, data collection, interaction design,
statistics

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Uma pesquisa sobre a leitura nos tablets


Meu projeto de pesquisa apresentado ao Programa Avançado de Cultura Contemporânea – PACC/UFRJ, que tem a supervisão de Heloisa Buarque de Hollanda e Cristiane Costa na linha de pesquisa em Novas Tecnologias.

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Para testar seus protótipos de Ipad/Iphone

Realizer - Ipad app mock-up builder

Fácil de usar e gratuito, o Realizer permite que você crie sua própria apresentação de protótipos funcionais e apps para iPhone e Ipad. Com o Realizer é possível começar a construir e testar apps a partir de um simples esboço ou com um visual mais acabado.
Bom para designers, programadores, estrategistas, especialistas em usabilidade ou qualquer pessoa envolvida com desenvolvimento de aplicativos para Iphone/Ipad.

Funciona mais ou menos assim (ainda não o testei, mas pretendo fazê-lo logo, logo):

1. Crie o protótipo app.
Crie um protótipo, usando o aplicativo de gerenciamento de protótipo.

2. Faça o upload de suas telas.
Depois de ter esboçado ou desenhado os mockups de tela iPhone/IPAD, basta enviá-los para o protótipo que você acabou de criar.

3. Link as telas umas nas outras.
Na ferramenta de gerenciamento de protótipo, abra os modelos de telas e desenhe os botões que apontam para outros modelos de telas.

4. Faça o download e execute o Realizer.
Depois de ter desenhado o seu protótipo de aplicativo na ferramenta de gestão, basta fazer o download do Realizer a partir da loja iTunes. Ao fazer o login, o seu novo protótipo será baixado para o iPhone ou o IPAD.

Alguns estudos de interfaces

Estudos para interfaces do questionário eletrônico da PNAD
Contínua (IBGE)

Estudos para interfaces do questionário eletrônico da PNAD Contínua (IBGE) Estudos para interfaces do questionário eletrônico da PNAD Contínua (IBGE) Estudos para interfaces do questionário eletrônico da PNAD Contínua (IBGE)

Estes layouts ilustram alguns dos estudos iniciais realizados para interfaces gráficas do novo questionário eletrônico do PDA da Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílios Contínua (PNAD Contínua).

A PNAD Contínua pretende permitir uma investigação contínua sobre trabalho e rendimento da população. É realizada a partir de uma amostra de aproximadamente 179.000 domicílios e tem como núcleo básico questões sobre trabalho e rendimento. Além disso, vai investigar temas adicionais, como: educação de jovens e adultos, migração, educação profissional, trabalho infantil, fecundidade, mobilidade social, nupcialidade, saúde, segurança alimentar, tecnologia da informação e comunicação, transferências de renda e uso do tempo.

Os layouts incorporam as conclusões de estudos de usabilidade que analisaram a facilidade de uso do aplicativo para o dispositivo móvel — com o objetivo de torná-lo mais satisfatório e adequado.

Estudos para interfaces do questionário eletrônico da PNAD Contínua (IBGE) Estudos para interfaces do questionário eletrônico da PNAD Contínua (IBGE) Estudos para interfaces do questionário eletrônico da PNAD Contínua (IBGE)

Para mais informações, leia este texto aqui. Ou este outro aqui.

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Lápis e papel para criar interfaces

réguas e blocos para criar interfaces

Nós sabemos que diversos produtos revolucionários já foram concebidos em um guardanapo de botequim. Às vezes, usar os bons e velhos recursos do lápis e papel é a melhor forma de garantir grandes idéias e raciocinar livremente sobre elas.

Os kits de estêncil desta loja são projetados para ajudar rapidamente no esboço de interface com o usuário, traçando fluxos e idéias sobre como um novo aplicativo pode funcionar. Assim, as boas idéias podem fluir naturalmente. São réguas e blocos para criar interfaces do Iphone, Android, Ipad e websites.

Link: www.uistencils.com/

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O Iphone e a sua antítese

Cartum sobre o Iphone e Android

Cartum sobre o Iphone e Android

Esses cartuns supercults da Smashing Magazine e o fato de estar brincando com um Iphone 4, ultimamente, me fizeram ficar interessado na história dos smartphones e nas peculiaridades de seus sistemas operacionais e modelos de negócios. Aí eu descobri este site bastante informativo e o livro de Carlos Morimoto: Smartphones – Guia Prático.

Segundo o autor, o Android é, sob diversos ângulos, uma antítese do iPhone. Enquanto a Apple optou por manter um controle estrito sob sua plataforma, impondo restrições aos desenvolvedores e controlando a distribuição dos aplicativos, o Google optou por seguir o caminho oposto, criando um sistema aberto e incentivando a criação de aplicativos para a plataforma. Enquanto a Apple tenta restringir os desenvolvedores, com medo de que aplicativos ruins possam prejudicar a imagem da plataforma, o Google adotou uma atitude liberal, disponibilizando as ferramentas e deixando que a coisa flua naturalmente.

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Etnografias na coleta de dados do Censo Demográfico

Estas fotos mostram um trabalho de observações etnográficas da coleta de dados do Censo 2010, realizado junto ao Parque JK, num bairro de classe média alta em Belo Horizonte e na comunidade do Acaba-Mundo, local próximo, na mesma capital. Nas imagens, aparecem uma das recenseadoras do IBGE e minha colega Patricia , analista de sistemas, que estava lá por ocasião do congresso IHC da Sociedade Brasileira de Computação. Estávamos realizando a avaliação da usabilidade do dispositivo móvel na coleta de dados estatísticos.

Etnografias - Censo Demográfico 2010 - Belo Horizonte

Etnografias - Censo Demográfico 2010 - Belo Horizonte

Etnografias - Censo Demográfico 2010 - Belo Horizonte

Etnografias - Censo Demográfico 2010 - Belo Horizonte

Etnografias - Censo Demográfico 2010 - Belo Horizonte

Há uma série de razões pelas quais a etnografia passou a ser importante para o projeto de interface e IHC. Essas razões são as seguintes:

1 – o estudo etnográfico é um meio poderoso de identificar as necessidades do usuário e enxergar o sistema pelo olhar do usuário.

2 – descobre a verdadeira natureza do trabalho realizado: é muito comum os usuários desempenharem suas tarefas de modo diferente daquilo que foi prescrito. No caso de uma coleta de dados assistida por computador, por exemplo, nós descobrimos que a etnografia poderá ser útil ao evidenciar se os usuários enunciam as perguntas da entrevista empregando linguagem informal ou popular, de modo diverso do que é proposto no questionário eletrônico.

3 – outra vantagem do estudo etnográfico é que o pesquisador obtém um alto grau de compreensão do usuário e pode desempenhar o seu papel em sessões de projeto participativo.

4 – a natureza aberta (não enviesada) da etnografia habilita o registro de revelações surpreendentes sobre como o sistema é utilizado no campo.

Nas avaliações de usabilidade, é preciso estar imerso na cultura do usuário para melhor entender o que se passa em torno dele. Assim, os pesquisadores devem olhar, participar e perguntar sobre as atividades do seu dia-a-dia.

O trabalho apresentado no Simpósio IHC 2010


Patricia, Simone e Agner no IHC 2010

Trabalho assinado por Patricia Tavares, Simone Bacellar e eu (foto), apresentado no IHC 2010, hoje, em Belo Horizonte. Encontro muito maneiro dos pesquisadores de IHC da comunidade de ciência da computação do Brasil. Para o artigo completo, clique no link abaixo.

Paper em pdf para o Simpósio da SBC – IHC 2010, Belo Horizonte.