1º Encontro Brasileiro de Arquitetura de Informação

Ôpa! Vai acontecer em São Paulo, nos dias 19 e 20 de outubro, o 1º Encontro Brasileiro de Arquitetura de Informação. O encontro pretende atingir os seguintes públicos: arquitetos de informação, designers de interação, especialistas em usabilidade; bibliotecários, web designers e desenvolvedores web, estudantes e interessados em geral.

Temas de interesse: Definições de Arquitetura de Informação, Documentação e metodologias; Ferramentas; RIAs (Rich internet applications); Comunidades on-line e software social; Folksonomia e sistemas de classificação; Mecanismos de busca e SEO; Intranets e portais corporativos; Usabilidade e pesquisa com usuários; Web 2.0; Interfaces para dispositivos móveis; Arquitetura de Informação e mercado.

A submissão de trabalhos já está aberta e pode ser feita de forma eletrônica através do website http://www.aibrasil.org/encontro/programa.

É o primeiro encontro técnico-profissional do gênero do campo da AI no Brasil e merece o nosso apoio. Participe!

Ted Nelson na TVE

A Carol me avisou a tempo (obrigado, Carol!) e eu ainda pude pegar a entrevista do filósofo e sociólogo Theodore Nelson na TVE, ontem à noite.

Personalidade criativa e irrequieta, Ted nasceu em 1937 e é um dos avôs da tecnologia da informação. Ele cunhou os termos “hipertexto” e “hipermídia” em 1963. A meta do seu trabalho tem sido tornar os computadores acessíveis a todas as pessoas. Nelson criou o projeto Xanadu com o objetivo de montar uma rede de computadores com interfaces simples. O lema é: “uma interface precisa ser tão simples que um iniciante, numa emergência, deve entendê-la em 10 segundos”. Atualmente, leciona interface homem-máquina na universidade de Oxford.

Na entrevista da TVE (ilustrada com cartuns ao vivo do Paulo Caruso, que aparentava não estar entendendo muito bem aquele papo), Ted citou a lista de Dave Farber. Uma excelente fonte de referência sobre assuntos quentes que relacionam tecnologia, sociedade, e economia, com foco nos direitos civis. Vale a pena ficar de olho.

IHC: um negócio da China (2)

A minha amiga Lisia, ex-colega do Santo Inácio, também é pesquisadora no campo da interação humano-computador. Lisia é psicóloga da ANAC, uma agradabilíssima lembrança da adolescência, e me ajudou muito na minha tese. Ela também enviou seu trabalho de mestrado da Coppe para o congresso de Beijing e me avisou ontem que não perdemos o prazo: tanto o poster dela quanto o meu foram aprovados no peer-review.

O título do meu poster é Presentation of Government Statistics on the Web: Usability and Information Architecture.

O da Lisia é Proposition of a CRM (Corporate Resource Management) Practice Training (Second Phase) Methodology.

Agora só falta ganhar na loto para comprar a passagem e ir apresentar! Qualquer coisa eu baixo lá na casa do Bruno Porto, em Shangai 😉

Recordar é viver

ESDI X ABC - Muro da ESDI

Veja você que, varrendo o site da ESDI em busca de novidades para atualizar o site do IAV (do qual sou webmaster) encontrei o seguinte texto e a foto de 1986:

“Os cartuns do Henfil, ao lado de outros enviados por vários cartunistas que nos apoiaram (como o Claudius e o Agner, também ex-alunos da Esdi), enfeitaram o muro da ESDI denunciando a intenção da ABC.”

“Na foto, vêem-se dois cartuns, com o Fradinho à esquerda, fazendo o seu gesto tradicional para a ABC, e à direita (quase fora da foto…) a Graúna, o Bode Orellana e o Zeferino “sentindo luta” na Esdi. No centro, o cartum do Agner, com a “burrice nacional” expulsando um casal de designers do seu “paraíso“. 🙂

A ABC é a Associação Brasileira de Ciência, que queria (ou ainda quer?) expulsar a ESDI de seu terreno em frente aos arcos da Lapa, no Rio.

Acesso livre à informação

Professora Sônia Burnier (IBICT/UFF)

A professora Sônia Burnier (foto), do IBICT/UFF, apresentou pra galera da UniverCidade, em petit comité, sua palestra sobre o acesso livre à informação científica e tecnológica com a utilização do sistema SEER. O sistema foi desenvolvido pela Universidade British Columbia, Canadá, e foi “localizado” pelo IBICT.

O papo girou sobre ampliar a visibilidade nacional e internacional da ciência do Brasil e melhorar o fluxo da comunicação científica, dentro de uma política de arquivos abertos, além de estimular o ciclo da produção do Conhecimento.

Resumindo, é irado! 🙂