45 e-books grátis em PDF

45 e-books para download grátis em PDF

Com a avassaladora e inevitável invasão dos tablets e leitores de e-books está na hora de você começar a formar a sua biblioteca digital de qualidade. Aqui tem uma série de 45 e-books em PDF ou HTML para download gratuito. Uma sequência de muitas horas de boa leitura sobre os seguintes temas: usabilidade, web design, fontes digitais, UX, apps para iPhone, interfaces, javascript, acessibilidade, SEO, criatividade digital, etc, etc…
Aproveitem!:
http://speckyboy.com/2011/01/12/45-free-ebooks-for-developers-and-designers/

45 e-books para download grátis em PDF

http://platform.twitter.com/widgets.js

Handbook de testes de usabilidade: mastigado e deglutido

Para degustação, estas apresentações produzidas pelos alunos da disciplina de Teste Formal de Usabilidade da pós da PUC. Baseiam-se no Handbook of Usability Testing, de Rubin e Chisnell, e em outros textos escolhidos. Divirtam-se…

Vídeos do Seminário de IHC, Stanford 2010.

Stanford Logo

Neste link, uma série de vídeos do Seminário de Interação Humano-Computador 2010 da Universidade de Stanford:
http://www.experientia.com/blog/videos-of-stanfords-hci-seminar/

Aliás, esta revista/blog Putting People First, da Experientia, tem mais um monte de dicas e artigos interessantíssimos, abordando design, medias, métodos, cultura, inovação e negócios, sempre no âmbito do design de experiência e centrado no usuário.

A linha do tempo da História do Design

Este interessante site traz uma linha do tempo interativa (em Flash) relacionando as principais tendências e fatos da História do Design com eventos sociais e da História da Arte, de 1900 até 1959. Uma excelente fonte de referência!
http://designhistorytimeline.com/

Além disso, vale uma olhadela nesta outra interessante Tabela dos “Ismos”, que mostra de 1880 (estilo Vitoriano e Arts&Crafts) até 2000 (Pós-moderno, New Media, Revival, etc.):
A linha do tempo da História dos Estilos

Padrões Brasil e-Gov: saiu a Cartilha de Usabilidade do Governo Federal

Já está disponível para download gratuito a Cartilha de Usabilidade do Governo Federal, com a qual colaborei como revisor técnico de sua primeira versão. Ela pode ser baixada em pdf de http://www.governoeletronico.gov.br/biblioteca/arquivos/padroes-brasil-e-gov-cartilha-de-usabilidade, juntamente com outros recursos importantes, como a Cartilha de Redação Web. O texto a seguir foi retirado da apresentação do próprio documento. Abre aspas:

“Essa cartilha propõe ser um guia na aplicação da usabilidade em sítios da administração pública de forma clara e descomplicada.

A usabilidade é uma disciplina indispensável para que as informações e serviços prestados pela Administração Pública Federal sejam desenvolvidos e mantidos de acordo com as expectativas e necessidades do cidadão e para que este se utilize das informações e serviços de forma plena e satisfatória.

É importante lembrar que, apesar de serem recomendações voltadas ao desenvolvimento de sítios, estas servem perfeitamente ao desenvolvimento de qualquer aplicativo desenvolvido pelo governo. A usabilidade, a facilidade de uso, deve ser observada em todas as interfaces do governo com o cidadão.”

Aleluia, irmãos!!

Padrões Brasil e-Gov: saiu a Cartilha de Redação Web

O Governo Eletrônico (e-Gov) publicou a sua cartilha Padrões Brasil de Redação para Web.

Os documentos produzidos pelo e-Gov não são regras, e sim um conjunto de sugestões de como a web no Brasil pode ficar ainda melhor, a começar pelos sites do próprio governo. Poucos são os países que realmente se preocupam com a relação com seus cidadãos via internet – Estados Unidos, Austrália, Nova Zelândia e Canadá são exceções. Fazemos agora parte deste time.

Segundo Bruno Rodrigues, o autor do conteúdo desta Cartilha de Redação (ou webwriting): “Dizer que estamos dando um passo significativo com a criação de padrões para a web é pouco. Para a nossa relação com os governantes, é muito mais que isso, pois, a partir daí, tudo pode mudar. Para o mercado brasileiro de Comunicação Digital, é um avanço que não imaginávamos que seria feito tão cedo…”

A cartilha de webwriting deve ser usada como referência, tanto pelos órgãos públicos como pelo mercado, e está disponível para download gratuitamente no link: www.governoeletronico.gov.br/biblioteca Confira!

Mini-seminários sobre o clássico urso polar (AI)

Mais trabalhos dos meus alunos (pós da ESPM-RJ). Reproduzo aqui (embora com um certo atraso) pois estavam realmente muito bons, a turma toda está de parabéns! Abordam alguns capítulos escolhidos do clássico livro do urso polar (Information Architecture for the World Wide Web, de Peter Morville e Louis Rosenfeld).

O arquiteto de informação como agente de mudanças nas organizações

Trazendo a atividade da A.I. para o contexto das organizações e do mercado, os alunos Paulo e Alexandre da Escola Superior de Propaganda e Marketing realizaram estes superinteressantes seminários sobre artigos publicados na revista Boxes and Arrows. Segundo as suas apresentações, os autores dos textos afirmaram que:

“O arquiteto de informação introduz novas tecnologias nas organizações. Novas tecnologias resultam em uma mudança de comportamento. Organizações são sistemas em busca de equilíbrio e resistem a mudanças.”

E também que:
“O domínio da arquitetura de informação se expande para além da web para incluir o atual ambiente de negócios dinâmicos: a forma como pessoas, processos e ferramentas interagem e operam entre eles. O Arquiteto de Informação pode ajudar a empresa a colher benefícios positivos de uma mudança. O alvo não é mais os navegadores mas as mentes que entendem o mercado e agem contribuindo para as melhores decisões para o negócio.”

Ficam no ar as perguntas de Bob Goodman:
“Como podemos ajudar as empresas a se habituar com a mudança? Como mudar a percepção que a A.I. é apenas um passo no processo de produção de site?”

Peço autorização para compartilhar aqui os seminários para a degustação dos leitores, devido à sua excelente qualidade.

As respostas são a má sorte das perguntas

Para inspirar novas formas de pensar em 2010…

Essas palavras são do sociólogo Zygmunt Bauman, autor de “Modernidade Líquida” e “Amor Líquido“, e valem uma citação por ser um pensamento muito interessante:

“Maurice Blanchot [escritor e crítico francês, 1907-2003] disse certa vez, em palavras que ficaram famosas, que as respostas são a má sorte das perguntas. De fato, cada resposta implica fechamento, fim da estrada, fim da conversa. Também sugere nitidez, harmonia, elegância; enfim, qualidades que o mundo narrado não possui. Tenta forçar o mundo numa camisa-de-força na qual ele definitivamente não cabe.

Corta as opções, a multidão de sentidos e possibilidades que toda condição humana implica a cada momento. Promete falsamente uma solução simples para um busca provocada e impelida pela complexidade. Também mente, pois declara que as contradições e incompatibilidades que provocam as questões são fantasmas – efeitos de erros lingüísticos ou lógicos, em vez de qualidades endêmicas e irremovíveis da condição humana.

Aqueles que embarcam numa vida de conversação com a experiência humana deveriam abandonar todos os sonhos de um fim tranqüilo de viagem. Essa viagem não tem um final feliz – toda sua felicidade se encontra na própria jornada.”

Entrevista a Maria Lúcia Pallares-Burke, na Folha de S. Paulo