Mini-seminários: testes de usabilidade na PUC-Rio

Meus alunos da Pós em Ergodesign de Interfaces na PUC-Rio produziram recentemente estes mini-seminários sobre o livro “HandBook of Usability Testing” (Rubin e Chisnell). Ficaram muito bons e valem a referência:

O método dos testes de usabilidade dissecado

Apresentações de minisseminários dos alunos da pós-graduação em Ergodesign, Arquitetura de Informação e Usabilidade de Interfaces da PUC-Rio (2013).

Teste de usabilidade – Configurando o ambiente de testes

Teste de usabilidade – Materiais para o teste

Teste de usabilidade – Debriefing

Teste de usabilidade – Conclusões, recomendações e relatórios

Teste de usabilidade – Variantes do método básico

Teste de usabilidade – Expandindo a usabilidade na sua empresa

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Algumas considerações teóricas e práticas sobre arquitetura de informação

E-Book "Múltiplas Facetas da Comunicação e Divulgação Científicas" (IBICT)

Em um artigo, publicado como capítulo do e-book Múltiplas Facetas da Comunicação e Divulgação Científicas, editado pelo IBICT, e disponibilizado recentemente para download, apresento um resumo de diversos aspectos da teoria, prática e pesquisa em arquitetura de informação (AI). A área de AI tem se configurado hoje como um emergente território de atuação para diversos especialistas, como bibliotecários, designers visuais, administradores, jornalistas e publicitários, além de ser um campo de pesquisa acadêmica que surge em face da crise contemporânea da explosão de dados (information overload). O artigo apresenta conceitos e definições da Arquitetura de Informação, seus componentes, seu framework, suas técnicas de pesquisa (como, por exemplo, o cardsorting), além de modelos de busca da informação de usuários através dos hipertextos.

Agradeço às professoras Lena Vania Ribeiro Pinheiro e Eloisa Príncipe de Oliveira pelo convite para participar desta publicação do seu grupo de pesquisa do IBICT.

Download do e-book do IBICT – artigo: Algumas considerações teóricas e práticas sobre arquitetura de informação.

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Cultura da convergência em pauta


De acordo com Henry Jenkins, a cultura da convergência reflete uma transformação cultural (e não somente tecnológica) que está em curso. Ela torna imprecisas as fronteiras entre os meios de comunicação tal qual os conhecemos. A relação de cada meio estabelecido com o seu uso está se corroendo pois o mesmo conteúdo flui por diversos canais e assume formas distintas de recepção. Haverá um longo período de transição midiática com sinais confusos, interesses conflitantes, direções imprecisas e resultados imprevisíveis, gerando novas oportunidades para a expressão da cultura popular. Surgem novas relações entre públicos, produtores e conteúdos de mídia.

Em suma, os tempos mudaram e as empresas percebem que é preciso inovar para capturar o olhar dos consumidores para seus produtos e marcas.

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IHC em filmes de ficção científica

Videofone em cena de Metropolis, de Fritz Lang (1927)

Aaron Marcus publicou o livro “The Past 100 Years of the Future: HCI in Science-Fiction Movies and Television”, um ebook sobre a Interação Humano-Computador em filmes de Ficção Científica.

Lá estão os comentários de diversos filmes como Total Recall (1990), Minority Report (2002), Matrix (trilogia 1999, 2003) e Avatar (2009), mostrando o futuro da interação humano-computador imaginado por seus diretores.

Confesso que senti falta de Blade Runner 😦

[Patricia Tavares]

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Material de IHC disponível no site do Massachusetts Institute of Technology – MIT

Oi pessoal !

A dica hoje é um material de interação humano-computador disponibilizado pelo Massachusetts Institute of Technology – MIT. O acesso é gratuito (zero-oitocentos) e não requer nenhum cadastro.

O MIT é uma das melhores instituições de ensino do mundo e sua iniciativa visa democratizar a educação de alta qualidade através da tecnologia.

Também está disponível o conteúdo acadêmico de mais de 2.000 cursos de outras áreas como música, ciências políticas, biologia, entre outros.

Não são cursos on-line, mas são boas fontes de consulta!

[Patricia Tavares]

E-book free sobre Design Thinking

Prestem atenção:
“Com o passar do tempo, empresas passaram a perceber que já não bastava oferecer apenas superioridade tecnológica ou excelência em desempenho como vantagem mercadológica, pois tanto as companhias de pequeno quanto as de grande porte espalhadas pelo mundo já haviam começado a se adequar a esta realidade. No cenário de competição global que em breve se tornaria vigente, inovar seria uma tarefa árdua e muitas vezes frustrante. A dificuldade de obter
diferenciação de mercado sobre a concorrência seria cada vez maior.

Novos caminhos precisavam ser traçados, não apenas para garantir o êxito das empresas, mas, principalmente, sua sobrevivência. Foi buscando novos caminhos para a inovação que se criou o que
hoje é conhecido como “Design Thinking”: uma abordagem focada no ser humano que vê na multidisciplinaridade, colaboração e tangibilização de pensamentos e processos, caminhos que levam a soluções inovadoras para negócios.”

Muito bacana a iniciativa deste livro digital de Maurício Vianna e outros, da editora MJV Press, que está disponível para download gratuito na web. Na verdade, o leitor paga postando apenas um tweet. Ótima referência para alunos de graduação em Design.

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O "thinking aloud" como a ferramenta número 1 da usabilidade

Jakob Nielsen defende o “think aloud“ como uma ferramenta simples e eficiente. O pesquisador escreveu sobre este método em 1993 no seu livro Usability Engineering e o indica até hoje. A técnica tem como vantagem permitir que você ouça o que os usuários realmente pensam sobre a interface, além de ser barato, flexível e fácil de aprender. Leia mais aqui.

Posso dizer que concordo com o Nielsen, pois esta técnica foi aplicada na minha dissertação de mestrado e foi uma valiosa fonte para identificação de problemas nos testes de usabilidade.

E você, o que acha?

[Patricia Tavares]

Trabalho aprovado no HCI 2011 International, Orlando USA

HCI 2011 International, Orlando USA

Este nosso paper foi aprovado para publicação nos anais do Congresso Internacional de Interação Humano-Computador que acontecerá agora na Flórida, USA. Segue aqui em primeira mão o abstract e a cópia dos autores. Link nos Anais no Google Books.

Abstract. This article aims to present the method of usability evaluation called Scenario and Task Based Interviews (STBI). The method was proposed to add flexibility to field usability testing, so that they could be applied to the context of The Brazilian Institute of Geography and Statistics (IBGE). IBGE is the institute of Brazilian central Administration that performs the Census and other important official demographic and economic data collection. This evaluation technique was specifically designed to be implemented with the participation of interviewers who use PDA (personal digital assistants) to perform data collection for statistical research in Brazil. The authors analyzed the usability of the application developed for PDA to support the Continuous National Household Sample Survey (Continuous PNAD). The method proposed in this paper represented a mix of four approaches to usability evaluation.

Keywords: usability, PDA, method, data collection, interaction design,
statistics

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