Por uma nova arquitetura de informação

Neste vídeo, Peter Morville e Jorge Arango dão uma entrevista para a NewsDesk da O’Reilly Design Conference 2016. Os dois falam da peculiaridade e importância da conjuntura que estamos vivendo para o desenvolvimento do Design para o ambiente digital.

Isto tem trazido novas oportunidades de atualização do conceito de Arquitetura de Informação, desenvolvido por Morville e por Louis Rosenfeld, no famoso livro do urso polar, cuja primeira edição data de 1998. Agora, os três citados mandam uma bela edição atualizada, lançada no momento certo: quando se percebe o aumento da complexidade do ecossistema tecnológico e informacional, com telefones, relógios e outros dispositivos móveis e vestíveis conformando a nova rede sociotécnica que representa a nossa interação com a internet das coisas.

Com a atual variedade de formas de produzir e consumir informação, os princípios que definem a Arquitetura de Informação continuam fortes, relevantes e resistem ao tempo. No entanto, se desenvolveram para se adaptar ao mundo em transformação da mobilidade, mídias sociais e narrativas transmídia. Como diz Morville, hoje a Arquitetura de Informação é para todos!

Jakob Nielsen sobre a usabilidade móvel

Jakob Nielsen

Jakob Nielsen, estudioso na área de usabilidade, concede uma entrevista e explica as regras de usabilidade móvel.

Segundo Nielsen, os aplicativos móveis ainda não são otimizados para tablets e telefones celulares.

Você pode ler ou ouvir a entrevista, é só escolher a sua opção aqui.

[Patricia Tavares]

Mini-seminários: testes de usabilidade na PUC-Rio

Meus alunos da Pós em Ergodesign de Interfaces na PUC-Rio produziram recentemente estes mini-seminários sobre o livro “HandBook of Usability Testing” (Rubin e Chisnell). Ficaram muito bons e valem a referência:

O método dos testes de usabilidade dissecado

Apresentações de minisseminários dos alunos da pós-graduação em Ergodesign, Arquitetura de Informação e Usabilidade de Interfaces da PUC-Rio (2013).

Teste de usabilidade – Configurando o ambiente de testes

Teste de usabilidade – Materiais para o teste

Teste de usabilidade – Debriefing

Teste de usabilidade – Conclusões, recomendações e relatórios

Teste de usabilidade – Variantes do método básico

Teste de usabilidade – Expandindo a usabilidade na sua empresa

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Algumas considerações teóricas e práticas sobre arquitetura de informação

E-Book "Múltiplas Facetas da Comunicação e Divulgação Científicas" (IBICT)

Em um artigo, publicado como capítulo do e-book Múltiplas Facetas da Comunicação e Divulgação Científicas, editado pelo IBICT, e disponibilizado recentemente para download, apresento um resumo de diversos aspectos da teoria, prática e pesquisa em arquitetura de informação (AI). A área de AI tem se configurado hoje como um emergente território de atuação para diversos especialistas, como bibliotecários, designers visuais, administradores, jornalistas e publicitários, além de ser um campo de pesquisa acadêmica que surge em face da crise contemporânea da explosão de dados (information overload). O artigo apresenta conceitos e definições da Arquitetura de Informação, seus componentes, seu framework, suas técnicas de pesquisa (como, por exemplo, o cardsorting), além de modelos de busca da informação de usuários através dos hipertextos.

Agradeço às professoras Lena Vania Ribeiro Pinheiro e Eloisa Príncipe de Oliveira pelo convite para participar desta publicação do seu grupo de pesquisa do IBICT.

Download do e-book do IBICT – artigo: Algumas considerações teóricas e práticas sobre arquitetura de informação.

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Cultura da convergência em pauta


De acordo com Henry Jenkins, a cultura da convergência reflete uma transformação cultural (e não somente tecnológica) que está em curso. Ela torna imprecisas as fronteiras entre os meios de comunicação tal qual os conhecemos. A relação de cada meio estabelecido com o seu uso está se corroendo pois o mesmo conteúdo flui por diversos canais e assume formas distintas de recepção. Haverá um longo período de transição midiática com sinais confusos, interesses conflitantes, direções imprecisas e resultados imprevisíveis, gerando novas oportunidades para a expressão da cultura popular. Surgem novas relações entre públicos, produtores e conteúdos de mídia.

Em suma, os tempos mudaram e as empresas percebem que é preciso inovar para capturar o olhar dos consumidores para seus produtos e marcas.

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IHC em filmes de ficção científica

Videofone em cena de Metropolis, de Fritz Lang (1927)

Aaron Marcus publicou o livro “The Past 100 Years of the Future: HCI in Science-Fiction Movies and Television”, um ebook sobre a Interação Humano-Computador em filmes de Ficção Científica.

Lá estão os comentários de diversos filmes como Total Recall (1990), Minority Report (2002), Matrix (trilogia 1999, 2003) e Avatar (2009), mostrando o futuro da interação humano-computador imaginado por seus diretores.

Confesso que senti falta de Blade Runner 😦

[Patricia Tavares]

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Material de IHC disponível no site do Massachusetts Institute of Technology – MIT

Oi pessoal !

A dica hoje é um material de interação humano-computador disponibilizado pelo Massachusetts Institute of Technology – MIT. O acesso é gratuito (zero-oitocentos) e não requer nenhum cadastro.

O MIT é uma das melhores instituições de ensino do mundo e sua iniciativa visa democratizar a educação de alta qualidade através da tecnologia.

Também está disponível o conteúdo acadêmico de mais de 2.000 cursos de outras áreas como música, ciências políticas, biologia, entre outros.

Não são cursos on-line, mas são boas fontes de consulta!

[Patricia Tavares]

E-book free sobre Design Thinking

Prestem atenção:
“Com o passar do tempo, empresas passaram a perceber que já não bastava oferecer apenas superioridade tecnológica ou excelência em desempenho como vantagem mercadológica, pois tanto as companhias de pequeno quanto as de grande porte espalhadas pelo mundo já haviam começado a se adequar a esta realidade. No cenário de competição global que em breve se tornaria vigente, inovar seria uma tarefa árdua e muitas vezes frustrante. A dificuldade de obter
diferenciação de mercado sobre a concorrência seria cada vez maior.

Novos caminhos precisavam ser traçados, não apenas para garantir o êxito das empresas, mas, principalmente, sua sobrevivência. Foi buscando novos caminhos para a inovação que se criou o que
hoje é conhecido como “Design Thinking”: uma abordagem focada no ser humano que vê na multidisciplinaridade, colaboração e tangibilização de pensamentos e processos, caminhos que levam a soluções inovadoras para negócios.”

Muito bacana a iniciativa deste livro digital de Maurício Vianna e outros, da editora MJV Press, que está disponível para download gratuito na web. Na verdade, o leitor paga postando apenas um tweet. Ótima referência para alunos de graduação em Design.

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