Mais resenhas…

Quero também agradecer aqui ao André Valongueiro pela resenha do livro “Ergodesign…” publicada em seu blog:

“… Gostaria de indicar, para aqueles que desejam ter o seu primeiro contato com a Arquitetura de Informação, o livro Ergodesign e Arquitetura de Informação – Trabalhando com o Usuário, de Luiz Agner.

É um trabalho excelente, onde é possível ter contato com muitos dos conceitos mais usados na Arquitetura de Informação.

Gostei especialmente da explanação sobre o papel da AI na inclusão digital e das dicas sobre como lidar com os interesses existentes dentro de uma organização quando se iniciam projetos de interface e estruturação de conteúdo para uma nova ferramenta ou website.”

Análise de testes de usabilidade, na PUC

https://s3.amazonaws.com:443/slideshare/ssplayer.swf?id=72469&doc=analise-de-testes-versao-slide-share1736

Na minha apresentação de ontem da pós da PUC-Rio, mostrei este trabalho sobre Análise de Testes de Usabilidade – que disponibilizo aqui.

O registro de observações de um teste de usabilidade gera grande número de informações. O desafio do pesquisador é organizá-las, reportá-las e interpretá-las. Eu vi isto acontecendo na prática durante a minha pesquisa de doutorado.

O método Top-Down provê maior consistência na análise das observações e começa a partir de uma gama de heurísticas consolidadas. Exemplos de heurísticas: Nielsen; Bastien e Scapin; e Louis Rosenfeld. O método Bottom-up assemelha-se a uma técnica de card sorting aberto, em que a equipe de pesquisa identifica a posteriori as categorias dos problemas observados e o modo como eles serão agrupados.

Ergodesign e arquitetura de informação – resenhas

Novamente gostaria de agradecer a todos os leitores do meu livro “Ergodesign e Arquitetura de Informação” que estão escrevendo resenhas sobre ele e postando-as em seus sites e blogs, a exemplo do Fred do Usabilidoido. Outra delas é a do Rodrigo Muniz, que tomei a liberdade de reproduzir aqui:

“Comprei o livro num pacote junto com “Não me faça pensar” e decidi lê-lo antes do clássico de Steve Krug por ter visto muitos comentários de que o livro fazia bem o papel introdutório em Arquitetura da Informação e é isso mesmo. Quando terminei de ler pareceu que havia revisado tudo o que já estudei na internet sobre AI e Usabilidade inclusive alguns textos do autor.

Destaque para o capítulo onde Luiz Agner fala dos processos políticos com os quais o Arquiteto da Informação deve se acostumar para conseguir uma interface focada no usuário sem ferir interesses internos das empresas.

Um dos meus pontos favoritos do livro é quando Agner abre os olhos para o papel da Arquitetura da informação na inclusão digital, onde mostra que assim como muitos designers de interface encaram os usuários como iguais, o governo está partindo da idéia que todos os brasileiros têm necessidades digitais comuns em programas de inclusão digital esquecendo que são sujeitos diferentes em sua origem e educação.

E outro assunto interessante é a informação nos websites do governo em um mar de burocracia que migra do mundo off-line para a web governamental e a importância do Arquiteto da Informação para dar acesso e transparência a esses dados, inclusive escrevi sobre isso no texto anterior.

Para mim Agner peca em alguns pontos não ligados ao assunto do livro e sim na linguagem abordada. Ele tenta criar um ambiente de leitura agradável e acaba se repetindo e usando vícios de linguagens que na minha opinião são desnecessários mesmo se você quer envolver o leitor num clima informal, porém pode ser falta de costume de minha parte ou não tenha entendido a linguagem do público alvo do livro com seus “tipo assim” e “ninguém merece“.

Mesmo assim, com referências aos mestres como Nielsen, Rosenfeld e Morville, o livro é uma ótima experiência para quem está começando no assunto ou mesmo para quem quer revisitar alguns pontos.

Sem dúvida indicarei a edição a todos os colegas de faculdade, fica a dica.”

Valeu, Rodrigo!
Só queria te explicar que a linguagem descontraída e humorada adotada no livro é devida ao seu público-alvo principal: os estudantes de graduação em Design. Abraço!
(Agner)

1º Encontro Brasileiro de Arquitetura de Informação

Ôpa! Vai acontecer em São Paulo, nos dias 19 e 20 de outubro, o 1º Encontro Brasileiro de Arquitetura de Informação. O encontro pretende atingir os seguintes públicos: arquitetos de informação, designers de interação, especialistas em usabilidade; bibliotecários, web designers e desenvolvedores web, estudantes e interessados em geral.

Temas de interesse: Definições de Arquitetura de Informação, Documentação e metodologias; Ferramentas; RIAs (Rich internet applications); Comunidades on-line e software social; Folksonomia e sistemas de classificação; Mecanismos de busca e SEO; Intranets e portais corporativos; Usabilidade e pesquisa com usuários; Web 2.0; Interfaces para dispositivos móveis; Arquitetura de Informação e mercado.

A submissão de trabalhos já está aberta e pode ser feita de forma eletrônica através do website http://www.aibrasil.org/encontro/programa.

É o primeiro encontro técnico-profissional do gênero do campo da AI no Brasil e merece o nosso apoio. Participe!

Revista WebDesign

Na revista WebDesign de maio/2007 (n. 41), foi publicado um artigo meu sobre arquitetura de informação e sua relação com o fenômeno do data smog (cortina de fumaça informacional).

O artigo começa dizendo que a quantidade de dados armazenados no mundo atingiu recentemente 160 hexabytes. Pela primeira vez na história, a informação está sendo produzida em um ritmo que excede as nossas habilidades para encontrá-la, gerenciá-la, revisá-la e compreendê-la. Se havia dez revistas de comunicação em 1750, o seu número foi multiplicado para aproximadamente dez mil por volta de 1900. Hoje podemos identificar um milhão e cem mil periódicos registrados no ISSN, um crescimento exponencial. A tarefa de se manter atualizado na própria área de especialização está se tornando cada vez mais difícil.

Acontece que as pessoas têm níveis de tolerância fisiológica à informação. A quantidade de informação e sua compreensão estão positivamente correlacionadas até um determinado grau. Acima desse ponto, a compreensão começa a declinar. Há um efeito negativo sobre o que já foi aprendido.

Os meios de comunicação despejam em cima de nós volumes cada vez maiores de dados e de notícias a velocidades estonteantes. Encontrar o que é relevante passou a ser uma tarefa árdua.

Aí é que entra a importância da arquitetura de informação…

Inteligência empresarial

Foi lançado, no auditório do BNDES, o número 28 (2007) da revista Inteligência Empresarial, uma publicação do Crie (Coppe-UFRJ). O Crie é o Centro de Referência em Inteligência Empresarial da Coppe, um núcleo de pesquisas, capacitação e consultoria. O Crie tem o objetivo de auxiliar a geração de vantagens competitivas para as organizações e contribuir para a inserção competitiva do Brasil na sociedade do conhecimento.

Revista Inteligência Empresarial - Crie - Coppe/UFRJ.

Esta edição de Inteligência Empresarial traz, nas páginas 34-35, uma resenha de Claudia Duarte que analisa o (meu) livro Ergodesign e Arquitetura de Informação – Trabalhando com o Usuário.

Claudia, designer e mestre em Tecnologia da Imagem, afirma que o livro “assume um papel importante ao disseminar conceitos e levantar questões que contribuem para aperfeiçoar a qualificação dos nossos profissionais ligados ao projeto de websites e para situar os nossos produtos on-line em patamares de qualidade internacionais”.

Inteligência Empresarial é editada pelo professor Marcos Cavalcanti, da Coppe/UFRJ, e pela jornalista Rosa Lima.

Bibliografia de pesquisa

Em função deste blog, toda hora me escreve alguém solicitando indicações de bibliografia para suas pesquisas. Coloquei aqui uma lista preliminar de dissertações, teses, periódicos, anais de congressos, livros, etc. Ainda está incompleta, mas já dá pra ir começando. O melhor é que já tem muita coisa em português, escrita pelo pessoal da PUC-Rio.

Depois, vou ampliar a lista. Por hora, essas fontes devem ajudar bastante nos seus trabalhos acadêmicos. Agradeço ao Brandão pelo providencial arquivo.

Bibliografia de pesquisa em Ergodesign e Arquitetura de Informação