Feedback das consultas públicas do e-Gov

No início deste ano, eu recebi um convite para participar da consulta pública do e-Gov para opinar sobre a elaboração de uma guia de Recomendações para Codificação de páginas, sítios e portais do governo federal.

Pois bem, agora eles me enviaram o retorno, que registro a seguir. Vamos ficar atentos, pois no segundo semestre haverá a publicação de novas recomendações, desta vez sobre Design, usabilidade, webriting e/ou AI.

A consulta, como o próprio nome diz, é pública (o que, em si, é uma iniciativa louvável e previne a publicação de normas com erros ou mal elaboradas) e foi realizada através do site: https://www.governoeletronico.gov.br/consulta-publica

Abre aspas:

Governo Eletrônico: Consultas Públicas

Item: Recomendações para Codificação de páginas, sítios e portais
Sua contribuição: Antes de mais nada, gostaria de elogiar a louvável iniciativa de produzir estas guias e recomendações para sites.
Logo após o trecho em que está escrito: Evitar expressões redundantes como “bem-vindo ao sítio do ministério x” ou “sítio do ministério x”, “página”, “homepage”, entre outros; sugiro que se adicione evitar o emprego de siglas de instituições ou de seus departamentos, projetos ou programas.
Sua justificativa: Muitas vezes, determinados acrônimos ou siglas fazem parte do vocabulário interno das organizações públicas, mas podem não ser de conhecimento amplo de toda a população de usuários. Deve-se dar preferência ao nome da organização ou projeto por extenso.
Resposta : Recomendação aceita e incluída no documento.
Status Aceite: Acatada

Governo Eletrônico: Consultas Públicas

Sua contribuição foi analisada e julgada conforme dados a seguir:

Consulta Pública: Recomendações para Codificação de páginas, sítios e portais
Item: Recomendações para Codificação de páginas, sítios e portais
Sua contribuição: Na parte onde se coloca que: “Sempre que possível recomenda-se a utilização de usuários com necessidades especiais para efetuar testes nas páginas do sítio.”
Deve-se incluir também uma orientação para que, sempre que possível, sejam realizados também testes com usuários pertencentes ao público-alvo do website – Os testes de usabilidade.
Sua justificativa: O teste de usabilidade é o processo que envolve o feedback vivo de usuários operando tarefas reais. É o processo de aprender a partir dos usuários, sobre a usabilidade de um produto, observando-os durante a sua utilização. Define se os usuários podem encontrar e utilizar os recursos, dentro do tempo e com o esforço que desejam despender.
Os testes com membros do público-alvo de usuários podem ajudar a aprimorar a usabilidade e a arquitetura de informação dos sites, assim como os testes com usuários com necessidades especiais podem ajudar a melhorar sua acessibilidade.
Resposta: Na cartilha em questão os testes sugeridos são para a detecção de erros ou complicações no código. Os testes de usabilidade serão discutidos, de forma extensiva, na Cartilha de Usabilidade, a ser lançada. A recomendação foi enviada para a equipe da cartilha.
Status Aceite: Acatada

Governo Eletrônico: Consultas Públicas

Sua contribuição foi analisada e julgada conforme dados a seguir:

Item: Recomendações para Codificação de páginas, sítios e portais
Sua contribuição: Gostaria de parabenizar pela iniciativa de publicar estas recomendações de codificação, mas também sugerir que novas guias sejam desenvolvidas, contemplando a usabilidade, o design, o webwriting e a arquitetura de informação, especificamente.
Sua justificativa: Diversos problemas de acesso da população aos sites de órgãos públicos podem estar não centrados nas questões simplesmente tecnológicas, mas também na estruturação da informação, na sua compreensão e na sua apresentação visual (design de interfaces), causando erros ou desestimulando a interação com os sistemas. Por isso, novas guias contemplando estes aspectos estão sendo aguardadas para futuro próximo.
Resposta: As cartilhas citadas estão em produção. Planeja-se o lançamento de pelo menos duas para consulta pública no segundo semestre de 2008.
Status Aceite: Acatada

Governo Eletrônico: Consultas Públicas

Sua contribuição foi analisada e julgada conforme dados a seguir:

Consulta Pública: Recomendações para Codificação de páginas, sítios e portais
Item: Recomendações para Codificação de páginas, sítios e portais
Sua contribuição: Sugiro a reformulação da seguinte frase:
Somente por meio da eficácia e da eficiência é
possível aumentar a satisfação dos usuários de serviços eletrônicos e conquistar, gradativamente, uma parcela cada vez maior da população.
Sua justificativa: As palavras eficácia, eficiência e satisfação são os 3 pilares básicos da definição de Usabilidade (segundo norma ISO). O emprego aqui pode criar confusão, na possibilidade de publicação futura de guias específicas, pois esta guia trata somente de padrões web e codificação.
Resposta: O texto foi reescrito. No entanto, os termos eficácia, eficiência e satisfação são adjetivos utilizados em diversas áreas não podendo ser propriedade desta ou daquela.
Status Aceite: Acatada

Bem, no final, só um comentário: até onde sei, os termos eficácia, eficiência e satisfação não são adjetivos e sim substantivos. 🙂

Chat sobre Ergodesign e Usabilidade (2)

Reproduzo aqui trechos selecionados do chat durante o curso de Webdesign da Arteccom:

[21:07] Hunald Vale – Gostaria de saber um poco sobre portais governamentais. Seria indicado uma padronização? não seria mais fácil passar de um site do TJ pro site de um ministério sem se sentir perdido?
[21:07] Hunald Vale – ufa!
[21:08] Luiz Agner – Acho que vc deve estudar um pouco sobre o conceito de governo eletronico (e-gov)
[21:09] Luiz Agner – as instituições publicas adoram pensar q vao resolver todos os problemas com a padronizacao
[21:09] Camila Batistão – isso é verdade…
[21:09] Luiz Agner – mas o conceito de e-gov se centra no publico-alvo, nos usuarios…
[21:09] *** Wallace Vianna entrou na sala
[21:09] Hunald Vale – é vero,……….e não nas empresas(governo)
[21:09] Luiz Agner – padronizar tudo pode nao ser uma boa soluçao
[21:10] Wallace Vianna – Luiz Agner já chegou (risos)?
[21:10] Luiz Agner – levando em consideraçao de que cada serviço do governo, em suas diversas instancias, tem o seu publico-alvo especifico
[21:10] Camila Batistão – mas luiz, no caso de sites do governo pessoas de alta e baixa escolaridade acessam o site, correto??
[21:10] *** Alexandre Henrique entrou na sala
[21:11] Camila Batistão – ahhh
[21:11] Luiz Agner – a padronizaçao neste caso pode resvalar em uma burocratizaçao do design
[21:11] Luiz Agner – o conceito de governo eletronico eh centrado no cidadão
[21:11] Wallace Vianna – Perdí muita coisa em 10 minutos!
[21:12] *** Paulo Marcos entrou na sala
[21:12] Camila Batistão – sendo o publico o cidadão devemos considerar a taxa de escolaridade???
[21:14] Luiz Agner – como o cidadao brasileiro eh muito diversificado, torna-se muito importante neste caso o estudo do perfil dos usuários.
[21:15] Luiz Agner – O governo eletronico é um conceito novo e que significa muito mais do que um governo informatizado. Trata-se da utopia de um Estado aberto e ágil para atender as necessidades da sociedade e envolve utilizar tecnologias de informação e comunicação para ampliar a cidadania, a transparência e a participação dos cidadãos.
[21:20] Lenon Della – Luiz, qual a definição para “ergodesign” ?
[21:22] Luiz Agner – quando um projeto (design) eh desenvolvido com base em preceitos de ergonomia, estamos diante do ergodesign.
[21:23] Luiz Agner – ou seja, incorporando ao design elementos de pesquisa com os usuarios, na sua interaçao homem-maquina.
[21:23] Luiz Agner – isto eh o ergodesign.
[21:25] Cláudia Maria – como assim “elementos de pesquisa”?
[21:27] Luiz Agner – elementos provenientes da pesquisa com os usuarios. Ate onde sei, a ergonomia nao tem formulas prontas, eh preciso levantar dados sobre a eficacia de utilizacao junto aos usuarios.
[21:41] Cláudia Maria – Luiz, gostaria de entender melhor o que é ergodesign. Ainda não consegui saber exatamente o que é.
[21:43] Luiz Agner – o ergodesign eh o design que trabalha com os principios da ergonomia…
[21:43] *** Caroline de Mattos entrou na sala
[21:43] Luiz Agner – a ergonomia estuda a interaçao homem-maquina, com foco no ser humano, e nao na maquina…
[21:44] Luiz Agner – ou seja, foca as suas premissas de projeto nas questoes humanas, e nao nas questoes estritamente tecnologicas…
[21:44] Hunald Vale – seria então uma das vertentes da IHC?
[21:45] Luiz Agner – a tecnologia tem as suas logicas especificas, mas o ser humano se comporta segundo logicas diferenciadas e proprias…
[21:46] Luiz Agner – que podem envolver questoes culturais, educacionais, cognitivas, psicologicas etc…
[21:52] Luiz Agner – o ergodesign sempre pesquisa o comportamento dos usuarios. para isto, existem varias tecnicas de pesquisa. os testes de usabilidade sao apenas uma das tecnicas possiveis.

Interfaces Brasil/Canadá

Revista Interfaces Brasil-Canadá / ABECAN

Publiquei este mês um artigo sobre Governo Eletrônico na revista da Associação Brasileira de Estudos Canadenses. Fórum de diálogo multidisplinar entre professores, pesquisadores e escrito­res canadenses e brasileiros, a Interfaces Brasil/Canadá é consultada em vários países do mundo, recebendo em média 14 300 acessos mensais.

Veicula o produto do diálogo acadêmico entre os dois países, o Brasil e o Canadá, que se trava em trocas que têm enriquecido os parceiros do norte e do sul. O tema deste número foi mobilidades culturais.

Título do artigo: O movimento dos e-governos do Brasil e do Canadá em direção a uma cultura de interfaces centradas no cidadão

Resumo do artigo: O governo eletrônico (e-Gov) é um conceito novo e que significa muito mais do que a simples idéia de um governo informatizado. Visa a criar um Estado aberto e ágil para atender às necessidades da sociedade. Brasil e Canadá são exemplos de países que mais utilizam a Internet para prover informações e serviços aos seus cidadãos.

Abstract: The electronic government (e-Gov) is a new concept that means much more than the simple idea of a digital government. It aims to create an open and agile State to address the necessities of society. Brazil and Canada are examples of countries that use the Internet to provide information and services to its citizens.

Grids para o design de interação

Capa de “Grids: Construção e Desconstrução” de Timothy Samara

A revista WebDesign, publicação impressa da Arteccom, é o principal veículo de comunicação sobre o design para web no país. Apresenta mensalmente artigos, entrevistas e reportagens sobre a criação e o desenvolvimento de projetos interativos. A WebDesign deste mês publicou uma matéria de capa sobre a discussão do emprego de grids em projetos para a web. Participaram os designers João de Souza Leite, professor da ESDI e da PUC-Rio, José Ricardo Cereja, coordenador da Infnet, Marcelo Gluz, gerente da Globo.Com, Evelyn Grumach, da EGDesign, entre outros. Todo o debate girou em torno dos conceitos do clássico livro “Grids: Construção e Desconstrução” de Timothy Samara, recém-publicado no Brasil.

Convidado pelo diretor de redação Luis Rocha a participar da matéria, me animei a registrar reflexões sobre este interessante tema que tem perpassado toda a história do Design no séc. XX, e pontuado algumas de minhas aulas na UniverCidade. Abaixo, elas são reproduzidas na sua íntegra:

Função do grid – Segundo Timothy Samara , todo trabalho de design pressupõe a solução de problemas visuais e organizativos. As ilustrações, fotos, símbolos, massas de textos, chamadas, subtítulos, gráficos, links e botões devem ser reunidos para transmitir a informação e facilitar as tarefas do usuário. O grid é a maneira racional de juntar todos esses elementos. A função do grid é introduzir uma ordem sistemática num leiaute e permitir que o designer diagrame com eficiência uma grande quantidade de informação. Também permite vários colaboradores num mesmo projeto.

Vantagens – A principal vantagem da utilização do grid em projetos interativos é permitir a consistência visual da interface ao longo de todas as suas telas. Esta é uma característica fundamental, pois se relaciona diretamente a um importante princípio heurístico da usabilidade, defendido por diversos pesquisadores da área como Ben Shneiderman e Jakob Nielsen.

Grid no projeto de interação – O grid para a construção de um projeto interativo deve preferencialmente trabalhar com uma abordagem líquida, permitindo flexibilidade para apresentação da informação em diversas resoluções e diferentes dispositivos de acesso . Deve ser orgânico na ordenação dos elementos e da informação. A largura e altura das colunas podem variar, por exemplo, e o usuário poderá habilitar um corpo maior para o texto, para o seu maior conforto de leitura, causando um natural deslocamento do conteúdo. Nesse sentido, um grid hierárquico é o mais adequado para a web, pois permite a padronização das áreas de exibição com mais flexibilidade.

Elementos do grid – Os elementos principais de um grid para um projeto interativo são aqueles que permitirão acomodar com naturalidade os sistemas clássicos de navegação embutidos no conteúdo dos websites: a navegação global, local, e a contextual. Sem estas características elementares não há boa arquitetura de informação.

Grid hierárquico – Apesar de o grid hierárquico ser o mais adequado para as telas de sistemas interativos na web, acredito que, no limite, qualquer tipo de grid possa ser empregado com sucesso, inclusive uma combinação deles em diferentes subsites. Mas note que o conteúdo dinâmico dos sites e o redimensionamento das janelas exigem flexibilidade e desencorajam uma abordagem modular estritamente tradicional.

Violação do grid – Na web, com suas diversas camadas, há inúmeras oportunidades de o designer superar as regras clássicas do grid, desconstruindo-as a partir do uso de técnicas de programação como CSS, Action Script e Ájax. Inclusive pode-se colocar nas mãos do usuário a decisão final sobre a apresentação visual da informação na tela, permitindo-lhe a distribuição dinâmica dos blocos de conteúdo através do grid ou fora dele. O único limite existente para este tipo de experimentação é o próprio usuário, acredito eu, pois a “violação” das características tradicionais de um grid só tem sentido na medida em que colocar maior controle sobre a apresentação do conteúdo nas mãos do usuário, facilitando as suas tarefas. Em resumo, o limite é a usabilidade e encontrabilidade da própria informação.

Grids X criatividade – Não penso que seja um problema somente de tecnologia. Você também pode utilizar tecnologias interessantes como CSS e abordagem tableless para criar um projeto monotonamente cansativo e pouco inovador. A web está ficando mais madura, e nossas relações com ela estão mudando, entretanto as oportunidades de inovação e de criatividade muitas vezes são bloqueadas por limitações não nossas, ou da tecnologia em si, mas dos clientes, ou do modo tradicional como a maioria das empresas é administrada. Estas, muitas vezes, trabalham com expectativas preconcebidas sobre o resultado gráfico a ser alcançado. Ainda há muitos economistas, engenheiros e advogados aprovando os projetos de design lá no lado dos clientes.

Usabilidade do grid – Outro desafio é que, ao desconstruir os grids previsíveis, os designers são desafiados a manter a facilidade de uso com layouts que destoam do que estamos acostumados. A adequada análise das tarefas do usuário e da encontrabilidade da informação, neste caso, é essencial. Isto poderá implicar uma maior necessidade de testes de usabilidade, e outras técnicas de projeto, como o card sorting, para garantir a boa arquitetura de informação.

Usabilidade Pedagógica

Como os três leitores deste blog sabem, estou atualmente envolvido com um interessante projeto (ainda) incipiente de Educação à Distância do IBGE. Tenho pesquisado sistematicamente sobre as propostas e a história da EAD e questões relativas ao Design Instrucional.

No Brasil, a EAD existe desde 1923, com a criação da rádio Sociedade do Rio de Janeiro, hoje rádio MEC. Em 1950, a EAD entrou na área da TV, com a criação da TV Educativa. Um fator que contribuiu decisivamente para a expansão da Educação a Distância foi a internet, na última década.

Nas minhas pesquisas livres pela web, um conceito que me chamou muito a atenção foi a Usabilidade Pedagógica. A Usabilidade Pedagógica foi primeiramente apresentada por VETROMILLE-CASTRO(2003), que viu nela um fator para o sucesso dos cursos de leitura de textos em inglês quando mediados pelo computador. A medida da Usabilidade Pedagógica indica se o ambiente educacional é usado por alunos específicos, que desejam ter seus objetivos educacionais específicos atingidos com eficácia, eficiência e satisfação em um contexto específico de aprendizagem.

A teoria construtivista da aprendizagem fornece bases teóricas para a construção de ambientes de educação a distância com Usabilidade Pedagógica. Os testes de usabilidade em softwares se concentram na interface, na sua aparência e em como o usuário se orienta para navegar. Esse tipo de teste é fundamental, mas percebe-se ser essencial avaliar características que envolvam mais que a apresentação do material: ou seja, avaliar como foi conduzida a sua preparação pedagógica.

A usabilidade do material instrucional, pelo viés pedagógico, pode ser abordada através da perspectiva construtivista, proposta por JONASSEN (1996,1998), teoria em que o aprendiz participa ativamente na construção do seu saber.

Em breve, vou postar mais comentários e links sobre este tema. Gostaria de agradecer à professora Lourdes Martins, que gentilmente me enviou sua dissertação de mestrado, realizada para o CEFET-MG, que trata do conceito de Usabilidade Pedagógica.

Quem quiser saber mais sobre o seu trabalho, é só seguir este link:
http://formato.com.br/projetos/IHC_2006/trabalhos/IHC2006_Workshop-Martins.pdf

Sobre Construtivismo e Tecnologia do Aprendizado e Design instrucional, um livro clássico:
Duffy, Thomas M.; Jonassen, David H. (1992)
Constructivism and the Technology of Instruction – A Conversation
Lawerence Erlbaum Associates

E-Gov é um processo permanente

Uma recente pesquisa da ONU (UN Global e-Government Survey 2008) divulgou o ranking dos melhores governos eletrônicos do mundo:

1- Suécia
2 – Dinamarca
3 – Noruega
4 – EUA
5 – Países Baixos
6 – Coréia
7 – Canadá
8 – Austrália
9 – França
10 – Reino Unido

No cômputo geral, o Brasil caiu para 45. lugar. Um box especial do relatório da ONU destaca no Brasil a iniciativa “Fale com o Deputado”, no site da Câmara, além dos chats com os deputados. Isso é particularmente útil num país de grandes dimensões como o Brasil.

Segundo o blog Amable E-Gobierno, o mais importante seria a percepção dos encarregados de políticas de governo de que a web não é um meio a mais, mas uma vital interface entre o Estado e os seus cidadãos. E esta relação não é estática: os sítios precisam adaptar-se permanentemente às necessidades dos seus usuários. O Amable E-Gobierno é um blog em língua espanhola só sobre governo eletrônico, com sede em Santiago, Chile.

Inovação e o design centrado no usuário

Ficam abertas até o dia 12 de março as inscrições para a Create Design Show, mostra de projetos que acontecerá durante a Create 2008 Conference, simpósio sobre design de interação a ser realizado entre os dias 24 e 25 de junho em Londres, no Reino Unido.

O tema é “Inovação e o design centrado no usuário“. A exposição é direcionada a estudantes e profissionais que poderão participar individualmente ou em grupo com trabalhos realizados há, no máximo, 18 meses. Os autores dos projetos selecionados terão abatimentos da taxa de inscrição e ajuda de custo com transporte.

Mais informações: www.cs.mdx.ac.uk/research/idc/create2008/call