Escola Virtual IBGE

Logo - Escola Virtual IBGE

– Aprendizagem permanente
– Educação corporativa
– Formação on-line

Estas são idéias que estão revolucionando a vida de milhares de organizações no mundo inteiro. Na sociedade atual, dinâmica e globalizada, as exigências de formação para desenvolver capacidades e competências estão cada dia mais complexas, principalmente para as instituições públicas, que precisam apresentar serviços de qualidade. É nesse contexto que está surgindo a Escola Virtual IBGE, uma proposta de atualização permanente e continuada, rompendo as barreiras da distância através da educação online.

O anúncio (e o logo acima) foram criados por mim e pelo Fabio, e fazem parte do pré-lançamento da Escola Virtual IBGE, projeto no qual estou envolvido, como você pode ver pelos último posts deste blog.

Em pauta, a educação a distância e o design instrucional

14. Congresso Internacional de Educação a Distância 2008

14. Congresso Internacional de Educação a Distância 2008

Algumas fotos tiradas durante o 14. Congresso Internacional da Associação Brasileira de Educação a Distância, ABED. Sendo o primeiro evento que assisto ligado a esta área, fiquei impressionado com a atual dimensão desse mercado e a quantidade e qualidade dos trabalhos, livros e publicações já existentes sobre o tema. Está bombando! Destaque para os livros de Andrea Filatro sobre Design Instrucional.

Só que ainda há carência de revistas de comunicação científica ligadas especificamente ao assunto…

[Nas fotos, com Maria, Carly, Fabio, Mari, Priscila e Milton]

Bibliografia de cibercultura

Alex Primo, professor do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Informação da UFRGS e autor de Interação Mediada por Computador e Comunicação e Interações, acaba de por no ar um blog só sobre bibliografia da cibercultura. Sua lista aborda temas que cobrem desde a cibercultura/contracultura, até as redes sociais online, passando por hipertexto, webdesign, web 2.0, jornalismo online, inteligência coletiva e interação humano-computador. Mas o autor avisa que não se trata de uma lista bibliográfica exaustiva e sim sugestões para o início de uma pesquisa.

Confira em :
bibliografiadecibercultura.com

Modelos de busca de informação

Segundo Donna Maurer, existem quatro modelos distintos de comportamentos de busca de informação por parte de usuários:

1. Busca por um item conhecido – Neste modelo, o usuário sabe o que quer, quais palavras usar para descrevê-lo e possui um entendimento de onde começar. Este tipo de comportamento pode ser suportado por um mecanismo de busca, por índices (A-Z), por links de itens mais usados ou pela navegação (browsing). Este foi o modelo dos participantes dos testes de campo desta pesquisa.

2. Exploração – Nesta tarefa, as pessoas têm alguma idéia sobre o que querem conhecer, mas talvez não saibam como articular palavras adequadas. Podem não saber qual é o ponto de partida. Neste modo, as necessidades de informação provavelmente vão se alterar durante a tarefa. A abordagem de Design inclui a navegação de descoberta, informações relacionadas e a busca inicial no domínio para identificar a sua terminologia.

3. Usuário não sabe o que precisa – Ocorre nos casos de domínios complexos ou desconhecidos e no comportamento de se manter “atualizado” em uma área, sem objetivo específico. Este comportamento pode ser apoiado por respostas concisas, seguidas por links contextuais com informações aprofundadas.

4. Reencontrar um item – Quando as pessoas estão procurando reencontrar itens que já haviam visitado anteriormente. Os usuários podem se lembrar ou não onde haviam estado na primeira vez. Neste caso, as soluções de Arquitetura podem ser ativas ou passivas. As ativas são as listas de desejos (Amazon) e de favoritos. As passivas são as que permitem que as informações permaneçam além da sessão corrente de navegação.

O arquiteto de informação deve identificar, por meio de observação, a forma pela qual o usuário aborda a necessidade de informação e projetar a Arquitetura para dar suporte a ele.

Fonte:
MAURER, Donna. Four modes of seeking information and how to design for them [online]. Disponível: <http://www.boxesandarrows.com>. Acesso em: 12 out. 2006.

A Idade de Ser Feliz

Existe somente uma idade para a gente ser feliz, somente uma época na vida de cada pessoa em que é possível sonhar e fazer planos e ter energia bastante para realiza-los a despeito de todas as dificuldades e obstáculos.

Uma só idade para a gente se encantar com a vida e viver apaixonadamente e desfrutar tudo com toda intensidade sem medo nem culpa de sentir prazer.

Fase dourada em que a gente pode criar e recriar a vida à nossa própria imagem e semelhança e vestir-se com todas as cores e experimentar todos os sabores e entregar-se a todos os amores sem preconceito nem pudor.

Tempo de entusiasmo e coragem em que todo desafio é mais um convite à luta que a gente enfrenta com toda disposição de tentar algo novo, de novo e de novo, e quantas vezes for preciso.

Essa idade tão fugaz na vida da gente chama-se PRESENTE e tem a duração do instante que passa.

Agradeço a Lucinha por ter me enviado este belo texto do Mario Quintana, que chegou no dia do meu aniversário. 🙂

Tudo no Brasil acaba em pizza! A A.I. não fica de fora…

Encontro de Arquitetura de Informação - Rio de Janeiro
Só ontem o Horácio (da Acesso Digital) me mandou as fotos que tirou do Encontro de AI na Cobal do Humaitá. Uma bela reunião dos membros da lista e amigos que mais uma vez se juntaram, desta vez para rever a nossa promoter Paola, de férias de sua temporada italiana. Na ocasião, o bastão de nova agitadora oficial foi passado para Katja Aquino.
Mais fotos em http://www.flickr.com/photos/horaciosoares/sets/72157606514676026/

Bruno Porto cria a capa da segunda edição de "Ergodesign e Arquitetura de Informação"

Estudos do Bruno Porto para a capa do meu livro

O designer e colega Bruno Porto, emérito professor do Raffles Design Institute, Shanghai, está desenvolvendo os estudos para a capa da segunda edição do meu livrinho “Ergodesign e Arquitetura de Informação”, atualmente esgotado. A previsão da editora é que a segunda edição saia ainda este semestre (assim, é claro, que eu tiver tempo para entregar os capítulos revisados ;))

Como vêem, a capa está ficando maneiríssima e o memorial descritivo não fica atrás. Segundo Bruno, a proposta agora é radical: “uma ruptura completa da percepção que se tinha da primeira edição do livro, que agora já se encontra estabelecido, recomendado e conhecido junto ao público-alvo que se renova”.

“O fato de ser uma segunda edição celebra seu sucesso, e um passo adiante, em layout e abordagem se faz mister! Daí, o que ‘grita’, à primeira vista, é o nome do autor, claro, e a “2a edição”. A capa, em si, chama atenção pelo caótico, e a mensagem-síntese da obra está lá, na própria capa: o grid te salvará, webdesigner!”

“A palavra “design” está bem destacada (disfarçando seu ‘ergo’), e ­ o termo principal ­
‘arquitetura de informação – com bastante movimento, motion graphics sangrado para todos os lados da ilustração, que é, proposital e provocativamente, um prédio. A capa foge do visual “apostila” que a 2AB estabeleceu, a Rosari deu prosseguimento, e a Quartet não se mexe muito (so far) para mudar.”

Quanto à tipografia, Bruno estudou variantes para a mainstream Helvetica (mas ainda no sentido “bem comportado”):
“como a Tarzana Narrow (Zuzana Licko da Emigré, mais antiestablishment impossível – talvez apenas o Billy hehehe ­em sua melhor forma) e a good old Trade Gothic, que mereceu um corpo maior por ser condensada.”

Super-obrigado, Bruno! Demorô. Tão bacana e cult quanto a capa é a defesa do projeto!! 😉

Entrevista na revista Webdesign: PDF para download

A Camila e o Luis da WebDesign me mandaram hoje o PDF da minha entrevista que saiu publicada na edição deste mês. Aqui um pequeno trechinho…

Entender os principais aspectos envolvidos no processo de interação do usuário com os sistemas computacionais é um dos grandes desafios na concepção de projetos eficazes. Na busca por tal conhecimento, o Ergodesign surge como um dos melhores atalhos para descobrirmos as respostas exatas nesta caminhada.

Wd :: Recentemente, você explicou que “… quando um projeto (design) é desenvolvido com base em preceitos de ergonomia, estamos diante do ergodesign. Ou seja, incorporando ao design elementos de pesquisa com os usuários, na sua interação homem-máquina”. Quais são os princípios fundamentais do ergodesign?

Luiz :: O conceito de ergodesign surgiu há mais de 20 anos para acabar com as distâncias entre as disciplinas da ergonomia e do design. Anteriormente, havia grande dificuldade de ambos os lados de entender quais seriam os benefícios mútuos de uma aproximação.

Do lado do design, via-se a ergonomia como limitadora da criatividade ou como uma complicadora dos projetos, já que exigia estudos e análises, tornando o projeto demorado e caro. Pelo lado da ergonomia, não se conseguia compreender a dinâmica do processo de design, e não se conseguia transmitir as descobertas aos designers de maneira sintetizada e de fácil aplicação.

O conceito de ergodesign foi criado para construir uma ponte entre as disciplinas. A sinergia desta união resultou numa abordagem interdisciplinar produtiva e que garante a aplicação dos dados ergonômicos ao projeto, assim como a colocação da teoria em prática.

Se você gostou, baixe aqui a entrevista completa em PDF.

Entrevista na revista Webdesign

Revista Webdesign

A revista Webdesign deste mês publica uma entrevista minha, de sete páginas, sobre os temas gerais de que trata este blog: ergodesign, usabilidade e arquitetura de informação.

As perguntas da revista abordaram os conceitos fundamentais de ergodesign e de IHC, as técnicas de pesquisa com usuários, a aplicação dos resultados dessas pesquisas aos projetos, o papel da estética, o perfil ideal do arquiteto de informação e as perspectivas para as interfaces do futuro.

Nas bancas.