Arquitetura de informação na terra do caju

Luiz Agner - Workshop em Aracaju, Sergipe - 2007.

O Programa de Qualificação em Comunicação (ProQuali) está sendo implementado pela Secretaria de Comunicação do Governo de Sergipe com o intuito de reciclar e motivar os funcionários do Estado.

Eu fui convidado para ministrar a terceira oficina da série – realizada neste sábado, 28 – sobre o tema usabilidade e arquitetura de informação de websites, que teve grande participação da audiência (que representava diversos órgãos e secretarias) durante as atividades práticas. No workshop, pretendi mostrar que a construção dos sites de governo eletrônico pode atender de maneira mais eficaz o cidadão se empregar os conceitos de design centrado no usuário.

Agradeço à secretária de comunicação Eloísa e à assessora de projetos Kadydja pelo convite e pela agradável estadia em Aracaju. Espero ter contribuído concretamente para a conscientização das equipes de conteúdo e desenvolvimento, e para o aprimoramento dos websites do governo de Sergipe. [Mais vídeo].

Viagem ao Sul: SC e Porto Alegre

Congresso USIHC - 2007 - Balneário Camboriú, SC

Almoço durante o Congresso USIHC 2007, em Balneário Camboriú, SC. Na mesa, o palestrante Paul Sherman (da Usability Professional Association/UPA), Lucia Filgueiras, professora da USP, Anamaria de Moraes, da ergonomia da PUC-Rio, minha colega Manuela Quaresma, e a professora Bianka Capucci, da Univali/SC, entre outros participantes do evento.

Arquitetos de informação em Porto Alegre, julho 2007.

Depois, em Porto Alegre, o agradável bate-papo com os AIs gaúchos, regado à cerveja uruguaia: na foto, o papai Rodrigues Comandolli, Ale Nahra, Moisés, Rodrigo, Jane, Cristian, minha filha Bathata, entre outros. Brrrrrrrrr, que frio, tchê!

Metodologia de aula – usabilidade

Foto Aula UniverCidade

Registro – Na aula pós em WebDesign, o primeiro passo foi uma apresentação com as informações gerais sobre o que é o Teste de Usabilidade (veja o slide show em um post anterior). Logo em seguida, aproveitamos o tempo extra com a prática de laboratório inspirada na metodologia dos testes de usabilidade.

A prática poderá incluir: Definir objetivos; Identificar o problema; Definir o tipo de teste; Distribuir os papéis da equipe; Perfil dos usuários-alvo; Redigir cenário e tarefas; Definir benchmarks; Equipamentos e metodologia; Definir métricas e dados qualitativos; Preparar documentos de apoio; Prospectar os participantes; Executar teste piloto; Reavaliar a metodologia e Aplicar os testes pra valer.

Depois, vem a parte mais desafiadora da Análise dos Dados: Compilar e Resumir os Dados; Identificar erros e dificuldades dos participantes; Identificar a fonte dos erros; Priorizar problemas; Gerar Recomendações; Recomendações de maior impacto; Recomendações de curto e longo prazos; Definir áreas para futura pesquisa e Redigir o Relatório.

Nas fotos, alguns takes da pós da UniverCidade, onde a turma põe a mão na massa, avaliando os seus projetos. O tempo é curto para tudo que nos propusemos a fazer. O restante fica pra próxima. Espero que todos tenham gostado. 😉

Foto Aula UniverCidade 2

IHC: um negócio da China (2)

A minha amiga Lisia, ex-colega do Santo Inácio, também é pesquisadora no campo da interação humano-computador. Lisia é psicóloga da ANAC, uma agradabilíssima lembrança da adolescência, e me ajudou muito na minha tese. Ela também enviou seu trabalho de mestrado da Coppe para o congresso de Beijing e me avisou ontem que não perdemos o prazo: tanto o poster dela quanto o meu foram aprovados no peer-review.

O título do meu poster é Presentation of Government Statistics on the Web: Usability and Information Architecture.

O da Lisia é Proposition of a CRM (Corporate Resource Management) Practice Training (Second Phase) Methodology.

Agora só falta ganhar na loto para comprar a passagem e ir apresentar! Qualquer coisa eu baixo lá na casa do Bruno Porto, em Shangai 😉

Testes em campo

Testar interfaces com usuários é um processo exaustivo e fascinante. Ao planejar o teste de usabilidade, deve-se decidir se será um teste em laboratório, em campo, ou um teste remoto.

O teste de campo é o mais indicado para avaliações somativas (para determinar como o produto trabalha no mundo real). É uma técnica adequada para avaliar a interação em um determinado ambiente, uma vez que as influências causadas por este podem ser críticas para a usabilidade de um produto.

As preparações preliminares ao teste incluem o walkthrough e o teste-piloto. O walktrough é a primeira chance de testar o equipamento e checar os materiais (documentos, checklists, questionários), os cenários, a terminologia, o tempo previsto e as perguntas. O teste-piloto é um “teste do teste” e o seu participante deve ser recrutado dentro do grupo de usuários-alvo.

Como vocês sabem, estou pesquisando a usabilidade e arquitetura de informação do portal do IBGE no contexto da minha tese de doutorado. Dois walktroughs já foram aplicados na UniverCidade com a participação de usuários tolerantes. Após os walktroughs, foram aplicados também dois testes-piloto.

Um desses pilotos (realizado no campus da PUC-Rio) está disponível aqui para download (vídeo, WMV, 17Mb). Confira!