Tese rides again…

http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=apresentacaoibgeslideshare2009-090918055509-phpapp02&stripped_title=apresentacao-ibge-slide-share-2009

Recordar é viver… Ultimamente, tenho estado envolvido com um revival de apresentações da minha tese. No IBGE, a pedidos, reapresentei o trabalho no auditório da Avenida Chile. Além disso, fiz uma nova apresentação de suas conclusões durante o Congresso Internacional de Design de Informação, na PUC-Rio. Se você quiser baixá-la em pdf, vá por aqui.

Design de interação como ferramenta de apoio a pesquisas domiciliares

Somente para um registro rápido: na web, um artigo publicado em co-autoria com a minha colega Taissa de Sousa, do IBGE, no Congresso IHC 2008 (RS). Disponível para download no site da ACM – Association for Computer Machinery.
“Design de interação para dispositivos móveis como ferramenta de apoio a pesquisas”
ACM International Conference Proceeding Series; Vol. 378 archive
Proceedings of the VIII Brazilian Symposium on Human Factors in Computing Systems
Porto Alegre, RS, Brazil
SESSION: Relatos de experiência na indústria
Pages 300-303
Year of Publication: 2008
ISBN:978-85-7669-203-4
The DBLP Computer Science Bibliography

Acabei de colocar o artigo aqui:
Artigo IHC 08

Cortina de fumaça

Através da história, inovações introduzidas pelas tecnologias de informação e de comunicação têm influenciado muito as sociedades. Diversas tecnologias consolidadas estão tão integradas à nossa sociedade que indivíduos, empresas e governos não saberiam mais como viver sem elas. Novas tecnologias de informação e de comunicação digital continuam a ser introduzidas com um grande impacto sobre o modo como trabalhamos, aprendemos e nos comportamos.

Entretanto, em vez de simplificar e de melhorar nossas vidas, elas estão complicando e tornando-as caóticas. A sociedade luta para adaptar-se a este processo. As tecnologias de informação e comunicação alteram o modo como a informação é organizada e acessada, assim como a quantidade de dados disponível – que tem crescido exponencialmente.

O cientista Solla Price percebeu o crescimento da informação publicada por um fator de 10 a cada meio século. Se havia 10 revistas de comunicação científica a partir de 1750, o seu número cresceu para 100 no início do século XIX, para cerca de mil em meados do mesmo século e aproximadamente 10 mil por volta de 1900. No acesso ao Centro Internacional do ISSN (International Serial Standard Number), pode-se identificar hoje um total superior a 1 milhão e 100 mil periódicos registrados. Conseqüentemente, a tarefa de se manter atualizado com os avanços no próprio campo de especialização está se tornando cada vez mais difícil para pesquisadores e profissionais do mundo inteiro.

Pela primeira vez na história, a informação é produzida em um ritmo que excede as habilidades humanas para encontrá-la, revisá-la e compreendê-la. As pessoas possuem níveis de tolerância fisiológica à informação, determinadas por sua quantidade e por sua estruturação. A quantidade de informação e a compreensão estão positivamente correlacionadas somente até um determinado grau: acima deste ponto, a compreensão declina e há um efeito negativo sobre o que foi aprendido anteriormente.

Ocorre que, quando se têm três estudos sobre um determinado tema, é relativamente fácil comparar alternativas; quando se tem cerca de 10 estudos, o valor relativo de cada um diminui; mas, se existirem mil ou 100 mil estudos, o seu valor tende a zero. Devido ao fenômeno de data smog, os valores começam a se tornar negativos, com frustração para a atividade científica.

Uma edição dominical de O Globo ou O Estado de São Paulo contém normalmente mais informações do que o comum dos mortais poderia receber durante toda a sua vida na Idade Média. Os meios de comunicação de massa e a Internet despejam volumes cada vez maiores de dados e de notícias a velocidades estonteantes: somos massacrados por informações em quantidades impossíveis de serem processadas. Encontrar o que é pertinente e necessário, neste contexto, passou a ser uma tarefa árdua para os cidadãos comuns.
Se, no passado, a informação costumava passar pelas mãos de bibliotecários, jornalistas, educadores ou fontes com reconhecida credibilidade, atualmente, grande parte dela é imprecisa, ultrapassada e de qualidade duvidosa. Na mídia de massa, por exemplo, mistura-se a quantidade à baixa qualidade, sem proveito concreto para o cidadão em termos de conhecimento construído, e quanto mais tentamos acompanhar esta corrida, mais somos vulneráveis aos erros da percepção.

A crise contemporânea é justamente a de como transformar a informação disponível em conhecimento. Mais informação deveria representar mais oportunidades para aumentar a nossa compreensão do mundo, mas não é o que ocorre na prática. A explosão de informações funciona como uma espécie de cortina de fumaça. Surge uma síndrome emocional e mental que leva as pessoas a conclusões errôneas e a decisões ingênuas, causando ineficiência e prejuízos financeiros para as organizações – problema típico dos trabalhadores do conhecimento. Em termos de saúde indivídual, os efeitos do excesso de informação passam por estresse, tensão, distúrbios de sono, problemas digestivos, dificuldade de memorização, irritabilidade e sentimento de abandono.

[Trecho de artigo publicado na revista Capire.Info – continua]

Um sucesso o II EBAI/Encontro Brasileiro de Arquitetura de Informação

II Encontro Brasileiro de Arquitetura de Informação
Novamente, um sucesso o segundo evento EBAI, ocorrido em São Paulo, graças à iniciativa e ao empenho de Carol Leslie e Guilhermo Reis (foto). Parabéns à dupla!… Sem esquecer o providencial apoio da Try, Jump Education e o patrocínio do UOL.

II Encontro Brasileiro de Arquitetura de Informação - SP
Quem estava por lá também era a Taissa Abdalla (designer do IBGE) que assinou comigo seu artigo, ao centro na foto, a Ka Fornari (à esquerda) e o professor Mauro Pinheiro (PUC-Rio e UFES), à direita.

II Encontro Brasileiro de Arquitetura de Informação - SP
Fred Amstel, do Usabilidoido e Faber Ludens, gravou tudo e transmitiu ao vivo pela Internet. Galera animada 🙂

P&D Design 2008 São Paulo

Ufa! Finalmente uma atualização neste blog! Algumas fotos tiradas com novos e velhos amigos no P&D Design em São Paulo, na semana passada, no Centro Universitário Senac.

P&D Design 2008 São Paulo
Vilson (da UniSul Virtual) e Luciana Hilu (EaD da PUC-PR).

P&D Design 2008 São Paulo
Com as amigas professoras Ligia Medeiros (UniRitter) e Cynthia Malaguti (Senac SP).

P&D Design 2008 São Paulo
Julio Vanderlinden (presidente da AEND-Brasil).

P&D Design 2008 São Paulo
Aqui com a colega Licia Rubinstein, designer do IBGE.

P&D Design 2008 São Paulo
Apresentação de artigo no P&D Design 2008 São Paulo

Interfaces Brasil/Canadá

Revista Interfaces Brasil-Canadá / ABECAN

Publiquei este mês um artigo sobre Governo Eletrônico na revista da Associação Brasileira de Estudos Canadenses. Fórum de diálogo multidisplinar entre professores, pesquisadores e escrito­res canadenses e brasileiros, a Interfaces Brasil/Canadá é consultada em vários países do mundo, recebendo em média 14 300 acessos mensais.

Veicula o produto do diálogo acadêmico entre os dois países, o Brasil e o Canadá, que se trava em trocas que têm enriquecido os parceiros do norte e do sul. O tema deste número foi mobilidades culturais.

Título do artigo: O movimento dos e-governos do Brasil e do Canadá em direção a uma cultura de interfaces centradas no cidadão

Resumo do artigo: O governo eletrônico (e-Gov) é um conceito novo e que significa muito mais do que a simples idéia de um governo informatizado. Visa a criar um Estado aberto e ágil para atender às necessidades da sociedade. Brasil e Canadá são exemplos de países que mais utilizam a Internet para prover informações e serviços aos seus cidadãos.

Abstract: The electronic government (e-Gov) is a new concept that means much more than the simple idea of a digital government. It aims to create an open and agile State to address the necessities of society. Brazil and Canada are examples of countries that use the Internet to provide information and services to its citizens.

Revista WebDesign

Na revista WebDesign de maio/2007 (n. 41), foi publicado um artigo meu sobre arquitetura de informação e sua relação com o fenômeno do data smog (cortina de fumaça informacional).

O artigo começa dizendo que a quantidade de dados armazenados no mundo atingiu recentemente 160 hexabytes. Pela primeira vez na história, a informação está sendo produzida em um ritmo que excede as nossas habilidades para encontrá-la, gerenciá-la, revisá-la e compreendê-la. Se havia dez revistas de comunicação em 1750, o seu número foi multiplicado para aproximadamente dez mil por volta de 1900. Hoje podemos identificar um milhão e cem mil periódicos registrados no ISSN, um crescimento exponencial. A tarefa de se manter atualizado na própria área de especialização está se tornando cada vez mais difícil.

Acontece que as pessoas têm níveis de tolerância fisiológica à informação. A quantidade de informação e sua compreensão estão positivamente correlacionadas até um determinado grau. Acima desse ponto, a compreensão começa a declinar. Há um efeito negativo sobre o que já foi aprendido.

Os meios de comunicação despejam em cima de nós volumes cada vez maiores de dados e de notícias a velocidades estonteantes. Encontrar o que é relevante passou a ser uma tarefa árdua.

Aí é que entra a importância da arquitetura de informação…

IHC: um negócio da China

Imagine que, apesar de ter o meu resumo (abstract) aprovado pelo peer review, perdi o prazo final para envio do artigo/poster ao Congresso HCI International que terá lugar em Beijing, China. O resumo que enviei era sobre o estado atual da pesquisa de doutorado. Bolas! 😦

Se você estiver interessado em mais informações sobre este emblemático congresso, acesse em:
HCI International 2007 Website:
http://www.hcii2007.org/ ou

HCI International Conference series website:
http://www.hci-international.org

Congressos à vista!

Esse ano vai pegar fogo no campo da pesquisa em Design no Brasil. Já estou começando a me movimentar para participar de dois congressos de Design que acontecerão este ano: o de Pesquisa em Design e o de Design de Informação.

O foco do primeiro será a metodologia de pesquisa em Design. O evento será no Rio de Janeiro, de 11 a 13 de outubro. O prazo para o envio de artigos foi estendido até o dia 5 de maio. Mais informações pelo telefone (21) 3212-2550 ou no site: www.anpedesign.org.br.

O Congresso Internacional de Design de Informação acontecerá do dia 8 a 10 de outubro em Curitiba, e abordará temas como educação, história e teoria, tecnologia e sociedade, sistemas de informação e comunicação etc. Os artigos devem ser enviados até o dia 02 maio.

Devo participar apresentando pequenos papers com as últimas informações da minha pesquisa de doutorado.

E você? Não vai nessa?