Um sucesso o II EBAI/Encontro Brasileiro de Arquitetura de Informação

II Encontro Brasileiro de Arquitetura de Informação
Novamente, um sucesso o segundo evento EBAI, ocorrido em São Paulo, graças à iniciativa e ao empenho de Carol Leslie e Guilhermo Reis (foto). Parabéns à dupla!… Sem esquecer o providencial apoio da Try, Jump Education e o patrocínio do UOL.

II Encontro Brasileiro de Arquitetura de Informação - SP
Quem estava por lá também era a Taissa Abdalla (designer do IBGE) que assinou comigo seu artigo, ao centro na foto, a Ka Fornari (à esquerda) e o professor Mauro Pinheiro (PUC-Rio e UFES), à direita.

II Encontro Brasileiro de Arquitetura de Informação - SP
Fred Amstel, do Usabilidoido e Faber Ludens, gravou tudo e transmitiu ao vivo pela Internet. Galera animada 🙂

Baixar a minha tese da PUC sem senha…

Editado em 19/09/2020 – O link publicado originalmente ficou desatualizado. Para baixar a minha tese de doutorado em pdf, vá por aqui!

PARA REFERENCIAR A TESE (inglês e/ou português):

Agner, Luiz; Moraes, Anamaria (Advisor). Information Architecture and E-Government: Citizens-State Dialogue on the World Wide Web – Case Study and Ergonomic Evaluation of Human-Computer Interface Usability. Rio de Janeiro, 2007. 354p. Doctorate Thesis – Departamento de Artes e Design, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro.

Agner, Luiz; Moraes, Anamaria (Orientador). Arquitetura de Informação e Governo Eletrônico: Diálogo Cidadãos-Estado na World Wide Web – Estudo de Caso e Avaliação Ergonômica de Usabilidade de Interfaces Humano-Computador. Rio de Janeiro, 2007. 354p. Tese de Doutorado – Departamento de Artes e Design, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro.

Modelos de busca de informação

Segundo Donna Maurer, existem quatro modelos distintos de comportamentos de busca de informação por parte de usuários:

1. Busca por um item conhecido – Neste modelo, o usuário sabe o que quer, quais palavras usar para descrevê-lo e possui um entendimento de onde começar. Este tipo de comportamento pode ser suportado por um mecanismo de busca, por índices (A-Z), por links de itens mais usados ou pela navegação (browsing). Este foi o modelo dos participantes dos testes de campo desta pesquisa.

2. Exploração – Nesta tarefa, as pessoas têm alguma idéia sobre o que querem conhecer, mas talvez não saibam como articular palavras adequadas. Podem não saber qual é o ponto de partida. Neste modo, as necessidades de informação provavelmente vão se alterar durante a tarefa. A abordagem de Design inclui a navegação de descoberta, informações relacionadas e a busca inicial no domínio para identificar a sua terminologia.

3. Usuário não sabe o que precisa – Ocorre nos casos de domínios complexos ou desconhecidos e no comportamento de se manter “atualizado” em uma área, sem objetivo específico. Este comportamento pode ser apoiado por respostas concisas, seguidas por links contextuais com informações aprofundadas.

4. Reencontrar um item – Quando as pessoas estão procurando reencontrar itens que já haviam visitado anteriormente. Os usuários podem se lembrar ou não onde haviam estado na primeira vez. Neste caso, as soluções de Arquitetura podem ser ativas ou passivas. As ativas são as listas de desejos (Amazon) e de favoritos. As passivas são as que permitem que as informações permaneçam além da sessão corrente de navegação.

O arquiteto de informação deve identificar, por meio de observação, a forma pela qual o usuário aborda a necessidade de informação e projetar a Arquitetura para dar suporte a ele.

Fonte:
MAURER, Donna. Four modes of seeking information and how to design for them [online]. Disponível: <http://www.boxesandarrows.com>. Acesso em: 12 out. 2006.

Tudo no Brasil acaba em pizza! A A.I. não fica de fora…

Encontro de Arquitetura de Informação - Rio de Janeiro
Só ontem o Horácio (da Acesso Digital) me mandou as fotos que tirou do Encontro de AI na Cobal do Humaitá. Uma bela reunião dos membros da lista e amigos que mais uma vez se juntaram, desta vez para rever a nossa promoter Paola, de férias de sua temporada italiana. Na ocasião, o bastão de nova agitadora oficial foi passado para Katja Aquino.
Mais fotos em http://www.flickr.com/photos/horaciosoares/sets/72157606514676026/

Bruno Porto cria a capa da segunda edição de "Ergodesign e Arquitetura de Informação"

Estudos do Bruno Porto para a capa do meu livro

O designer e colega Bruno Porto, emérito professor do Raffles Design Institute, Shanghai, está desenvolvendo os estudos para a capa da segunda edição do meu livrinho “Ergodesign e Arquitetura de Informação”, atualmente esgotado. A previsão da editora é que a segunda edição saia ainda este semestre (assim, é claro, que eu tiver tempo para entregar os capítulos revisados ;))

Como vêem, a capa está ficando maneiríssima e o memorial descritivo não fica atrás. Segundo Bruno, a proposta agora é radical: “uma ruptura completa da percepção que se tinha da primeira edição do livro, que agora já se encontra estabelecido, recomendado e conhecido junto ao público-alvo que se renova”.

“O fato de ser uma segunda edição celebra seu sucesso, e um passo adiante, em layout e abordagem se faz mister! Daí, o que ‘grita’, à primeira vista, é o nome do autor, claro, e a “2a edição”. A capa, em si, chama atenção pelo caótico, e a mensagem-síntese da obra está lá, na própria capa: o grid te salvará, webdesigner!”

“A palavra “design” está bem destacada (disfarçando seu ‘ergo’), e ­ o termo principal ­
‘arquitetura de informação – com bastante movimento, motion graphics sangrado para todos os lados da ilustração, que é, proposital e provocativamente, um prédio. A capa foge do visual “apostila” que a 2AB estabeleceu, a Rosari deu prosseguimento, e a Quartet não se mexe muito (so far) para mudar.”

Quanto à tipografia, Bruno estudou variantes para a mainstream Helvetica (mas ainda no sentido “bem comportado”):
“como a Tarzana Narrow (Zuzana Licko da Emigré, mais antiestablishment impossível – talvez apenas o Billy hehehe ­em sua melhor forma) e a good old Trade Gothic, que mereceu um corpo maior por ser condensada.”

Super-obrigado, Bruno! Demorô. Tão bacana e cult quanto a capa é a defesa do projeto!! 😉

Entrevista na revista Webdesign: PDF para download

A Camila e o Luis da WebDesign me mandaram hoje o PDF da minha entrevista que saiu publicada na edição deste mês. Aqui um pequeno trechinho…

Entender os principais aspectos envolvidos no processo de interação do usuário com os sistemas computacionais é um dos grandes desafios na concepção de projetos eficazes. Na busca por tal conhecimento, o Ergodesign surge como um dos melhores atalhos para descobrirmos as respostas exatas nesta caminhada.

Wd :: Recentemente, você explicou que “… quando um projeto (design) é desenvolvido com base em preceitos de ergonomia, estamos diante do ergodesign. Ou seja, incorporando ao design elementos de pesquisa com os usuários, na sua interação homem-máquina”. Quais são os princípios fundamentais do ergodesign?

Luiz :: O conceito de ergodesign surgiu há mais de 20 anos para acabar com as distâncias entre as disciplinas da ergonomia e do design. Anteriormente, havia grande dificuldade de ambos os lados de entender quais seriam os benefícios mútuos de uma aproximação.

Do lado do design, via-se a ergonomia como limitadora da criatividade ou como uma complicadora dos projetos, já que exigia estudos e análises, tornando o projeto demorado e caro. Pelo lado da ergonomia, não se conseguia compreender a dinâmica do processo de design, e não se conseguia transmitir as descobertas aos designers de maneira sintetizada e de fácil aplicação.

O conceito de ergodesign foi criado para construir uma ponte entre as disciplinas. A sinergia desta união resultou numa abordagem interdisciplinar produtiva e que garante a aplicação dos dados ergonômicos ao projeto, assim como a colocação da teoria em prática.

Se você gostou, baixe aqui a entrevista completa em PDF.

Entrevista na revista Webdesign

Revista Webdesign

A revista Webdesign deste mês publica uma entrevista minha, de sete páginas, sobre os temas gerais de que trata este blog: ergodesign, usabilidade e arquitetura de informação.

As perguntas da revista abordaram os conceitos fundamentais de ergodesign e de IHC, as técnicas de pesquisa com usuários, a aplicação dos resultados dessas pesquisas aos projetos, o papel da estética, o perfil ideal do arquiteto de informação e as perspectivas para as interfaces do futuro.

Nas bancas.

Palestra na UNIRIO (2)

Palestra de Luiz Agner na UniRio - junho 2008.

Fotos da apresentação de ontem na UniRio, cedidas pelo amigo Horácio Soares, da Acesso Digital. As restantes estão em seu Fickr. Agradeço à amiga Patricia Tavares, da TI do IBGE, a minha quarta leitora, pela gentileza e carona.

Palestra de Luiz Agner na UniRio - junho 2008.

À esquerda, a anfitriã prof. Simone Bacellar, da pós em Sistemas de Informação. Amanhã vou fazer o upload dos arquivos da apresentação, com áudios e vídeos. Aguarde! Durante o evento, descobri que não tenho só 4 leitores neste blog 🙂

Palestra na UNIRIO

Amanhã vou realizar a palestra sobre “Arquitetura de Informação e Governo Eletrônico”, baseada na minha tese de doutorado, na UNIRIO, às 17h, na Av. Pasteur, Urca, Rio de Janeiro, a convite da professora Simone Bacellar. Estão convidados os meus 4 leitores! 🙂

Local:
Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO)
Departamento de Informática Aplicada /
Curso de Sistema de Informação